Sigo de Volta: Ações

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10 ações que mais caíram após o segundo turno: quais podem se recuperar?

 


A forte queda da Bolsa brasileira após o segundo turno das eleições de 2026 abriu espaço para uma pergunta importante: será que algumas ações ficaram baratas demais e podem voltar a subir?

O resultado eleitoral provocou uma forte reação dos investidores. Na segunda-feira, 26 de outubro, o Ibovespa despencou 13,88%, em meio à preocupação com a trajetória dos juros, o endividamento público e os efeitos da política econômica sobre as empresas brasileiras.

Os setores de varejo, saúde e construção civil estiveram entre os mais atingidos. Algumas companhias perderam mais de 40% do valor de mercado em poucos pregões.

Mas existe uma diferença importante entre uma ação que simplesmente caiu muito e outra que apresenta fundamentos capazes de sustentar uma recuperação.

Neste artigo, vamos analisar as maiores quedas e explicar como os indicadores P/L, P/VP e dividend yield podem ajudar a identificar oportunidades na Bolsa.

1. As 10 ações que mais perderam valor

O levantamento da Elos Ayta, publicado pelo Money Times em 29 de outubro, identificou 34 ações que atingiram suas mínimas do ano nos dias 26 ou 27 de outubro. Entre elas, 12 apresentaram desvalorização superior a 40% em relação ao fechamento anterior ao segundo turno.

A tabela abaixo reúne dez das quedas mais expressivas divulgadas pela imprensa, utilizando as variações informadas para os respectivos períodos.

PosiçãoEmpresa   CódigoQueda aproximada
1Ecorodovias   ECOR3-60,53%
2Magazine Luiza   MGLU3-58,23%
3Vamos   VAMO3-56,79%
4Hapvida   HAPV3-54,93%
5Grupo SBF   SBFG3-51,41%
6C&A   CEAB3-47,46%
7Cosan   CSAN3-46,73%
8Cyrela   CYRE3-44,81%
9Riachuelo   RIAA3-44,24%
10Assaí   ASAI3-42,97%

Atenção: os percentuais foram divulgados em levantamentos com janelas de comparação diferentes. A classificação é indicativa, não um ranking rigoroso calculado sobre uma única base de preços. Os números também não representam necessariamente as perdas acumuladas até 30 de outubro.

Fontes: Money Times — ações que atingiram a mínima do ano e Folha de S.Paulo — empresas mais afetadas após a eleição.

2. Por que essas ações caíram tanto?

A queda não aconteceu pelo mesmo motivo em todas as empresas.

Magazine Luiza (MGLU3)

A varejista foi uma das empresas mais afetadas pela reação do mercado. O setor depende bastante do crédito e do poder de compra dos consumidores.

Quando os juros permanecem elevados, o financiamento fica mais caro, o consumo pode desacelerar e as empresas enfrentam dificuldades para ampliar suas margens de lucro.

Vamos (VAMO3)

A empresa atua no mercado de locação de caminhões e equipamentos. Negócios com necessidade elevada de capital são particularmente sensíveis ao custo do financiamento.

Juros elevados podem pressionar o resultado financeiro e reduzir a atratividade de investimentos em expansão.

Hapvida (HAPV3)

A operadora de planos de saúde enfrenta desafios próprios do setor, incluindo custos assistenciais e rentabilidade.

Uma queda expressiva no preço não elimina os riscos relacionados à qualidade dos resultados, à geração de caixa e à estrutura financeira da companhia.

Grupo SBF (SBFG3) e C&A (CEAB3)

As duas empresas estão ligadas ao consumo. Uma desaceleração econômica pode afetar as vendas, enquanto o crédito caro pode reduzir a disposição dos consumidores para comprar produtos de maior valor.

Cosan (CSAN3)

O endividamento e o custo financeiro são fatores importantes para analisar a companhia. Quando os juros sobem, empresas que precisam refinanciar dívidas podem sofrer uma pressão adicional.

Cyrela (CYRE3) e Assaí (ASAI3)

A construção civil é sensível ao financiamento imobiliário, enquanto o varejo alimentar depende do equilíbrio entre volume de vendas, custos e margens.

Em todos esses casos, é necessário separar o efeito da reação política do mercado dos problemas operacionais e financeiros que cada empresa já apresentava.

3. Como identificar uma ação com potencial de recuperação?

Três indicadores podem ajudar na análise fundamentalista.

P/L: preço sobre lucro

O indicador P/L relaciona o preço da ação ao lucro por ação da empresa.

Em termos gerais:

  • P/L positivo e relativamente baixo: pode indicar uma ação descontada em relação ao lucro.

  • P/L elevado: pode significar que o mercado espera crescimento dos resultados ou que a ação está cara.

  • P/L negativo: indica prejuízo no período de referência, tornando a comparação tradicional menos útil.

Um P/L baixo não é garantia de valorização. O lucro pode estar em queda ou ser temporário.

P/VP: preço sobre valor patrimonial

O P/VP compara o preço de mercado com o patrimônio líquido por ação.

  • P/VP abaixo de 1: a ação está sendo negociada abaixo do valor patrimonial por ação.

  • P/VP próximo de 1: o preço está próximo do valor patrimonial.

  • P/VP acima de 1: o mercado paga mais do que o valor patrimonial por ação.

Um P/VP abaixo de 1 pode chamar a atenção de investidores que procuram ações descontadas. Entretanto, o patrimônio contábil nem sempre representa o valor econômico que a empresa conseguirá gerar.

DY: dividend yield

O dividend yield representa os dividendos pagos em relação ao preço da ação.

Por exemplo, se uma ação custa R$ 10 e paga R$ 0,50 por ação em dividendos ao longo de 12 meses, o DY é de 5%.

Um DY elevado pode indicar uma oportunidade de renda, mas também pode resultar de uma queda acentuada no preço.

É fundamental verificar se a empresa possui lucro e caixa suficientes para continuar distribuindo dividendos.

O cenário ideal é encontrar uma empresa lucrativa, com preço razoável, endividamento controlado e dividendos sustentáveis.

4. Qual das ações merece uma análise mais detalhada?

Entre as empresas que sofreram fortes quedas, a Ecorodovias (ECOR3) merece atenção para uma avaliação fundamentalista mais aprofundada.

Um levantamento de indicadores publicado pelo site Calculadora.com.br, com cotação de 29 de outubro de 2026 e dados financeiros referentes ao período de 12 meses até junho de 2026, apresentou os seguintes números:

IndicadorECOR3
P/L6,62
P/VP0,88
Dividend yield11,6%
ROE13,3%
Dívida líquida/EBITDA4,12 vezes

Fonte: Calculadora.com.br — indicadores fundamentalistas da Ecorodovias.

Esses números merecem uma interpretação cuidadosa.

Pontos favoráveis:

  • P/L de 6,62, indicando um preço relativamente baixo em relação ao lucro informado.

  • P/VP de 0,88, abaixo do valor patrimonial por ação.

  • Dividend yield de 11,6%, considerando os pagamentos utilizados no cálculo.

Principal ponto de atenção:

A dívida líquida equivalente a 4,12 vezes o EBITDA indica um nível de endividamento que merece investigação. A empresa precisa gerar caixa suficiente para cumprir suas obrigações e financiar suas operações.

Além disso, um dividend yield elevado não significa que a empresa manterá o mesmo nível de distribuição no futuro.

Portanto, a Ecorodovias apresenta uma combinação de indicadores que justifica uma análise mais aprofundada, mas isso não comprova que suas ações voltarão a subir.

Os dados são uma referência publicada em 29 de outubro, não uma garantia de que todos os indicadores continuem iguais na data de leitura.

5. Magazine Luiza: uma ação barata ou uma armadilha de valor?

O Magazine Luiza também merece atenção por apresentar um P/VP bastante inferior a 1 em levantamentos de indicadores anteriores à queda eleitoral.

Entretanto, os números mostram por que não basta olhar para um único indicador.

Um levantamento publicado pelo Indicafin, com cotação de 20 de agosto de 2026, apresentou P/L de 33,97, P/VP de 0,27 e dividend yield de 2,10%.

Fonte: Indicafin — indicadores do Magazine Luiza.

O P/VP baixo pode parecer atraente, mas o P/L relativamente elevado indica que o preço não era necessariamente baixo em relação ao lucro informado.

Além disso, os dados são anteriores à forte desvalorização de outubro e precisam ser atualizados antes de qualquer decisão.

Esse exemplo mostra que uma ação pode estar abaixo do valor patrimonial e, mesmo assim, não ser uma boa oportunidade de investimento.

Para uma análise mais completa, é necessário avaliar o crescimento do lucro, o fluxo de caixa, a dívida, a rentabilidade e a capacidade de recuperação das margens.

6. E a Hapvida? A queda é uma oportunidade?

A Hapvida (HAPV3) também exige cautela.

Um levantamento do Investidor10 consultado durante esta análise apresentava P/L negativo, P/VP de 0,05 e dividend yield de 0%.

Fonte: Investidor10 — indicadores da Hapvida.

O P/VP muito baixo pode despertar interesse, mas o P/L negativo indica que o lucro utilizado no cálculo não era positivo.

Nesse cenário, não é adequado tratar a ação como uma oportunidade de recuperação baseada simultaneamente em P/L positivo, P/VP baixo e DY positivo.

A empresa precisaria demonstrar melhora consistente nos resultados e na geração de caixa para sustentar uma tese de recuperação fundamentada.

7. Quais ações podem voltar a subir?

A recuperação depende de fatores que vão além da queda no preço.

Para selecionar candidatas, eu utilizaria os seguintes critérios:

CritérioO que procurar
P/LPositivo e razoável em relação ao histórico e ao setor
P/VPPreferencialmente abaixo de 1, desde que o patrimônio seja de boa qualidade
DYPositivo e sustentado por geração de caixa
ROEPositivo, indicando retorno sobre o patrimônio
EndividamentoCompatível com a capacidade de geração de caixa
LucroEstável ou em recuperação
PerspectivasPossibilidade de melhora operacional nos próximos trimestres

O objetivo não é encontrar simplesmente as ações que mais caíram, mas aquelas cujo preço recuou sem que os fundamentos tenham se deteriorado na mesma proporção.

Uma empresa com lucro consistente, dívida administrável e geração de caixa pode apresentar condições melhores de recuperação do que uma companhia cujo preço caiu porque seu negócio está perdendo rentabilidade.

8. Conclusão: comprar após uma queda forte pode valer a pena?

A queda da Bolsa após o segundo turno criou um ambiente de elevada volatilidade e colocou várias empresas em níveis de preço que merecem ser reavaliados.

Entretanto, não existe garantia de que as ações que mais caíram serão as que mais subirão.

Com os dados apresentados, a Ecorodovias merece uma investigação mais detalhada pela combinação de P/L positivo, P/VP abaixo de 1 e dividend yield elevado. Seu endividamento, porém, é um risco importante.

O Magazine Luiza apresenta um P/VP baixo nos dados consultados, mas precisa ser avaliado com atenção à rentabilidade e à capacidade de gerar lucro. Já a Hapvida não atende, nos indicadores consultados, ao critério de P/L positivo e dividend yield positivo.

A estratégia mais prudente é comparar os indicadores atualizados das dez empresas, verificar os balanços mais recentes e identificar quais continuam lucrativas depois da queda.

O investidor deve lembrar que preços descontados podem oferecer oportunidades, mas também podem refletir problemas reais nas empresas.

Aviso: este artigo tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação individual de compra ou venda de ações. Os indicadores fundamentalistas mudam com os preços e com a divulgação dos resultados financeiros.

Teoria das Ondas de Elliott: Como Identificar Impulsos, Correções e Alvos no Mercado



A Teoria das Ondas de Elliott é uma das ferramentas mais conhecidas da análise técnica para estudar os movimentos dos preços nos mercados financeiros. Ela parte da ideia de que o comportamento dos investidores e a psicologia das massas produzem padrões que podem se repetir ao longo do tempo.

Em vez de observar apenas o preço atual, o método procura entender em que fase do ciclo o mercado está, quais movimentos já aconteceram e quais cenários podem surgir a seguir.

O preço é um reflexo do comportamento humano, e o sentimento da grande massa influencia a movimentação dos mercados.

O que são as Ondas de Elliott?

A teoria foi desenvolvida por Ralph Nelson Elliott, que identificou padrões recorrentes nos movimentos dos mercados.

De maneira simplificada, um ciclo pode ser dividido em:

  • 5 ondas de impulso: 1, 2, 3, 4 e 5;

  • 3 ondas de correção: A, B e C.

Assim, temos um ciclo completo de 8 movimentos.

As ondas impulsivas normalmente representam o movimento predominante do mercado, enquanto as ondas corretivas representam momentos de ajuste ou realização.

As 5 ondas de impulso

Onda 1

A onda 1 representa o início de um novo movimento.

Muitas vezes ela aparece quando a maioria dos participantes ainda não percebeu claramente que uma mudança de tendência pode estar acontecendo. Por isso, pode ser uma das ondas mais difíceis de identificar em tempo real.

Onda 2

Depois do primeiro movimento, o mercado realiza uma correção.

Uma das regras importantes da Teoria de Elliott é que:

A onda 2 não pode ultrapassar o início da onda 1.

Em análise com Fibonacci, a onda 2 costuma ser observada em regiões de retração, frequentemente entre 61,8% e 79% da onda 1, embora o mercado possa apresentar outros níveis.

Onda 3

A onda 3 geralmente é considerada uma das fases mais importantes do movimento impulsivo.

É comum que ela seja acompanhada por maior participação dos investidores e maior força na direção da tendência.

Uma regra clássica afirma que:

A onda 3 não pode ser a menor entre as ondas impulsivas 1, 3 e 5.

Em muitos estudos, o nível de 161,8% de Fibonacci da onda 1 é utilizado como uma possível região de projeção para a onda 3.

Onda 4

Após o forte movimento da onda 3, ocorre uma nova correção.

A onda 4 apresenta uma característica importante na contagem tradicional:

Ela não deve romper o final da onda 1.

Entre os níveis de Fibonacci frequentemente observados estão 38,2% e 50% da onda 3.

Onda 5

A onda 5 representa o último movimento da sequência impulsiva.

Em determinadas estruturas, ela pode apresentar extensão semelhante à onda 1. Entretanto, nem sempre isso acontece, e a análise deve considerar o contexto completo do gráfico.

Depois da conclusão das cinco ondas, pode surgir uma correção maior formada pelas ondas A, B e C.

A fase de correção: ondas A, B e C

Depois de um ciclo impulsivo, o mercado pode entrar em uma fase corretiva.

Essa correção é representada tradicionalmente por três ondas:

A → B → C

A onda A inicia o movimento corretivo. A onda B representa uma recuperação parcial, enquanto a onda C normalmente completa a correção.

É importante entender que uma correção não significa necessariamente uma reversão definitiva da tendência. Muitas vezes, ela representa apenas uma pausa ou ajuste dentro de uma estrutura maior.

Fibonacci e as Ondas de Elliott

A análise de Fibonacci é frequentemente utilizada em conjunto com Elliott para procurar possíveis regiões de retração e projeção.

Alguns níveis observados pelos analistas são:

38,2% — retração comum em determinados movimentos.

50% — região frequentemente observada como possível área de correção.

61,8% — um dos níveis mais conhecidos de Fibonacci.

78,6% — pode aparecer em correções mais profundas.

161,8% — frequentemente utilizado como referência para projeções e possíveis alvos de ondas impulsivas.

Esses níveis não devem ser interpretados como pontos exatos onde o preço obrigatoriamente irá reagir. São zonas de interesse que podem ganhar importância quando coincidem com outros fatores técnicos.

Como analisar um gráfico usando Elliott?

Uma forma simples de começar é observar o gráfico em etapas:

1. Identifique a tendência

Primeiro, procure determinar se o mercado apresenta uma estrutura predominantemente de alta, baixa ou lateralização.

2. Procure movimentos impulsivos

Observe se existem cinco movimentos que possam formar uma sequência de impulso.

3. Analise as correções

Verifique se os movimentos corretivos respeitam a estrutura esperada e os níveis de retração.

4. Utilize Fibonacci

As retrações e projeções podem ajudar a encontrar regiões onde o preço pode apresentar reação.

5. Trabalhe com cenários

Em vez de assumir que uma contagem está 100% correta, é mais prudente trabalhar com cenário principal e cenário alternativo.

Essa abordagem é importante porque a contagem das ondas pode mudar conforme novos movimentos aparecem no gráfico.

Por que a psicologia é tão importante?

A Teoria das Ondas de Elliott está diretamente relacionada ao comportamento coletivo.

Medo, ganância, euforia, esperança e realização de lucros podem influenciar a maneira como grandes grupos de investidores compram e vendem.

Por isso, determinados comportamentos podem se repetir:

otimismo → compras → euforia → realização → medo → correção → novo ciclo.

A análise técnica tenta transformar esses movimentos aparentemente desorganizados em uma estrutura que possa ser estudada.

Elliott funciona sozinho?

Não é recomendável utilizar uma única ferramenta como se fosse capaz de prever o mercado com certeza.

A contagem das ondas pode ser combinada com outros elementos, como:

  • Suporte e resistência;

  • Volume;

  • Fibonacci;

  • Estrutura de mercado;

  • Tendências;

  • Médias móveis;

  • Price Action;

  • Gestão de risco.

Quanto mais informações independentes apontarem para uma mesma região, maior pode ser o interesse daquela área para o analista.

Um exemplo prático

Imagine que um ativo iniciou um movimento de alta.

Primeiro ocorre a onda 1. Depois, o preço recua formando a onda 2.

Na sequência, o mercado ganha força e desenvolve a onda 3, ultrapassando o topo anterior.

Depois acontece uma nova correção, formando a onda 4.

Finalmente, o preço realiza outro movimento de alta, formando a onda 5.

Após a conclusão desse impulso, o mercado pode iniciar uma estrutura corretiva composta por A, B e C.

Essa sequência pode ajudar o trader a organizar o gráfico e compreender melhor o contexto do movimento.

Conclusão

A Teoria das Ondas de Elliott oferece uma maneira estruturada de analisar os ciclos do mercado a partir do comportamento coletivo dos investidores.

O conceito básico é simples:

5 ondas de impulso + 3 ondas de correção = um ciclo completo.

Quando combinada com Fibonacci, estrutura de mercado e gestão de risco, a metodologia pode ajudar o analista a identificar possíveis zonas de interesse, retrações, projeções e cenários de mercado.

Entretanto, nenhuma contagem de Elliott garante que o preço seguirá determinado caminho. O mercado pode invalidar uma estrutura a qualquer momento.

Por isso, o mais importante não é tentar prever o futuro com certeza, mas construir cenários, identificar pontos de invalidação e controlar o risco.

📌 Resumo

  • Onda 1: início do movimento;

  • Onda 2: correção da onda 1;

  • Onda 3: normalmente uma onda de forte impulso;

  • Onda 4: nova correção;

  • Onda 5: conclusão do impulso;

  • Ondas A, B e C: estrutura corretiva;

  • Fibonacci: pode auxiliar na identificação de retrações e projeções;

  • Gestão de risco: essencial em qualquer operação financeira.

Estude, pratique e compare diferentes cenários antes de tomar decisões de investimento.

Este conteúdo possui caráter educacional e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos financeiros.

Médias Móveis de 8 e 20 Períodos: Simples, Poderosas e Essenciais no Trading

No trading, muitas vezes o simples funciona melhor. As médias móveis de 8 e 20 períodos são um excelente exemplo disso: fáceis de usar, visuais e extremamente eficientes para entender o comportamento do preço.

Elas ajudam o trader a identificar tendência, pontos de entrada e zonas onde o mercado tende a reagir.


📊 Entendendo as médias

  • Média de 8 períodos → rápida, acompanha o preço de perto

  • Média de 20 períodos → mais lenta, mostra a direção principal

Quando usadas juntas, criam um sistema visual poderoso para leitura de mercado.


📈 Tendência de alta: o preço respeita como suporte

Na imagem acima, vemos um exemplo claro de tendência de alta:

  • O preço permanece acima das médias

  • A média de 8 está acima da de 20

  • As correções tocam nas médias e voltam a subir

👉 Aqui, as médias funcionam como suporte dinâmico, oferecendo oportunidades de compra a favor da tendência.


🔻 Tendência de baixa: resistência dinâmica

Neste cenário:

  • O preço está abaixo das médias

  • A média de 8 fica abaixo da de 20

  • O preço sobe até as médias e volta a cair

👉 Esse comportamento mostra as médias atuando como resistência dinâmica, ideal para operações de venda.





🔄 Cruzamento das médias: possível reversão

Os cruzamentos são momentos importantes:

  • Quando a média de 8 cruza para cima, pode indicar início de alta

  • Quando cruza para baixo, pode sinalizar queda

👉 Esse tipo de movimento geralmente marca transições de tendência, mas deve ser confirmado com outros fatores.


🧲 O efeito “ímã” das médias

Um comportamento muito comum no mercado:

  • O preço se afasta das médias

  • Depois retorna até elas

👉 As médias funcionam como um ponto de equilíbrio — quase como um “ímã” puxando o preço de volta.



⚖️ Como usar com inteligência

Apesar de muito eficientes, as médias não devem ser usadas sozinhas.

Combine com:

  • Estrutura de mercado (topos e fundos)

  • Suportes e resistências

  • Volume

  • Price Action


💡 Dicas práticas

  • Funciona muito bem em 5min, 15min, 1h e diário

  • Evite usar em mercados laterais (muito ruído)

  • Priorize operações a favor da tendência


🚀 Conclusão

As médias móveis de 8 e 20 períodos são uma ferramenta essencial para qualquer trader que busca consistência. Elas ajudam a simplificar o gráfico e tomar decisões mais alinhadas com o movimento do mercado.

Se usadas corretamente, podem se tornar a base de uma estratégia sólida e lucrativa.




Análise técnica e fundamentos: por que o básico ainda vence no mercado moderno



 


Em um cenário dominado por algoritmos, inteligência artificial e uma avalanche de informações em tempo real, muitos investidores se perguntam: o que realmente ainda funciona no mercado financeiro? A resposta pode parecer surpreendentemente simples — e até “antiga” —, mas continua extremamente atual: fazer o dever de casa e respeitar o básico.

Uma visão consistente, construída ao longo de décadas de experiência no mercado, reforça que não existe atalho sustentável. Antes de pensar em comprar qualquer ativo, o primeiro passo continua sendo entender profundamente a empresa. Isso inclui seus resultados, seu setor, sua posição competitiva e suas perspectivas. Em outras palavras, conhecer o que está por trás do gráfico.

Mas é justamente no momento da decisão — o famoso timing — que entra a análise técnica. Ela não substitui o estudo fundamentalista, mas o complementa. Juntas, essas duas abordagens formam uma espécie de “análise de fusão”, onde fundamentos indicam o que comprar, e os gráficos ajudam a definir quando comprar.

O preço é o único fato

Em meio a tantos indicadores, uma ideia central se destaca: o preço é o único dado concreto no mercado. Lucros podem ser revisados, projeções podem mudar, opiniões variam — mas o preço registrado no gráfico é um fato consumado.

Por isso, a leitura começa por ele. Antes de mergulhar em indicadores complexos como RSI, MACD ou Bandas de Bollinger, o essencial é entender o movimento básico: a tendência. Saber identificar se um ativo está em alta, baixa ou lateralização já coloca o investidor à frente de muitos.

Curiosamente, mesmo sendo um conceito simples, muita gente ainda erra nesse ponto. E isso revela um problema maior: não é a falta de ferramentas, mas a falta de disciplina em aplicar o básico.

Fluxo de dinheiro e confirmação da tendência

Depois de identificar a direção do preço, o próximo passo é entender se essa tendência é sustentável. E isso passa pela análise do fluxo de capital.

Uma tendência de alta, por exemplo, ganha mais força quando acompanhada de aumento no volume — sinal de que mais dinheiro está entrando no ativo. Sem essa confirmação, o movimento pode ser frágil ou temporário.

Além disso, outros fatores entram na análise:

  • Sentimento do mercado: há excesso de otimismo ou pessimismo?

  • Comparação setorial: a ação está performando melhor ou pior que suas concorrentes?

  • Participação em ETFs: o ativo faz parte de fundos que estão em alta?

Esses elementos ajudam a montar um quadro mais completo e reduzem decisões baseadas apenas em opinião ou “achismo”.

O maior inimigo: o viés

Um dos erros mais comuns entre investidores não está na falta de conhecimento, mas no viés. Muitas pessoas entram no mercado já com uma ideia formada — “gosto desse setor”, “essa empresa é boa” — sem validar isso com dados e comportamento de mercado.

Essa postura pode levar a decisões ruins, porque ignora um ponto essencial: o mercado nem sempre concorda com você.

A disciplina, portanto, não está apenas em estudar, mas em seguir um processo lógico:

  1. Analisar o setor

  2. Observar o fluxo de dinheiro

  3. Comparar desempenhos

  4. Só então escolher o ativo

Inteligência artificial muda o jogo — mas não as regras

Hoje, uma grande parte das negociações no mercado é feita por algoritmos. A inteligência artificial executa operações em velocidades impossíveis para humanos e domina boa parte do volume diário.

Isso pode parecer uma revolução total — e, de certa forma, é. Mas há um detalhe importante: essas máquinas ainda operam com base nos mesmos princípios clássicos da análise técnica.

Médias móveis, suportes, resistências e tendências continuam sendo referências — apenas executadas de forma automatizada.

Ou seja, o que mudou foi “quem” opera, não necessariamente “como” o mercado funciona.

Simplificar é a verdadeira vantagem

Diante de tanta informação, muitos investidores se sentem sobrecarregados. Indicadores demais, notícias demais, opiniões demais.

A solução? Voltar ao simples.

  • Comece pelo preço

  • Identifique a tendência

  • Observe o fluxo de dinheiro

  • Ignore o excesso de ruído

Essa abordagem não só traz mais clareza, como também evita decisões impulsivas.

Conclusão: a tendência ainda é sua melhor amiga

Apesar de todas as transformações tecnológicas, uma verdade continua firme: seguir a tendência ainda é uma das estratégias mais eficazes no mercado.

Não se trata de ignorar inovação, mas de entender que ferramentas mudam — princípios, não.

No fim das contas, quem domina o básico com disciplina e consistência continua tendo uma grande vantagem. Porque, em um ambiente complexo, muitas vezes o simples é exatamente o que funciona melhor.

Tipos de Investimentos mais Comuns


Investir é deixar de comprar alguma coisa hoje para comprar no futuro. Ou seja, guardarmos nosso dinheiro em uma alternativa de investimento para termos mais recursos para realizarmos nossos desejos no futuro.

Quando você poupa, receberá no futuro os rendimentos dessa aplicação, o que permitirá que você realize seus desejos de consumo, como trocar os móveis, a televisão, dar entrada no carro ou na casa própria.

Existem diversos tipos de investimento acessíveis sendo: a caderneta de poupança, os certificados de depósito bancário (conhecidos como CDBs), os fundos de investimento e as ações.

Tesouro Direto (Títulos Públicos Federais)


São títulos públicos federais, ou seja, emitidos pelo Tesouro Nacional.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: R$ 30.

Tempo médio para resgate do dinheiro: depende do prazo do título que você comprar. Mas você pode resgatar o dinheiro semanalmente, pois o Tesouro Nacional recompra os títulos adquiridos diretamente do Tesouro Direto todas às quartas-feiras, sem limitação de valor. Se vender antes da data de vencimento, você receberá pelo título seu preço de mercado.

Rentabilidade média: no caso dos títulos prefixados, você aplica o seu dinheiro agora e sabe, desde já, o rendimento que terá sobre o capital investido. Se aplicar em títulos pós-fixados, além dos juros decorrentes do tempo de investimento, você receberá um percentual gerado pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação, ou da taxa básica de juros do País, a chamada Taxa Selic. O indexador (IPCA ou Selic) depende do título escolhido pelo investidor.

Como investir: para investir diretamente no Tesouro Direto, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)


São títulos de longo prazo lastreados em créditos imobiliários - fluxo de pagamentos de contraprestações de aquisição de bens imóveis, ou de aluguéis - emitidos por sociedades securitizadoras.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do CRI escolhido por você, mas alguns deles aceitam investimentos a partir de R$ 1.000.

Tempo médio para resgate do dinheiro: o resgate dos recursos ocorre na data de vencimento do título e por meio de parcelas (amortizações) pagas periodicamente ao longo do tempo. Caso queira efetuar o resgate da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las na Bolsa. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para as pessoas físicas.

Rentabilidade média: depende do CRI escolhido por você, mas usualmente são atrelados ao IGP-M, IPCA ou TR. Fale com a sua corretora.

Como investir: para investir em CRI, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Debênture


São títulos de crédito de médio e longo prazo emitidos por uma empresa. Ou seja, você se torna credor da companhia, de acordo com as regras divulgadas na escritura do título.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende da debênture escolhida por você, mas algumas delas aceitam investimentos a partir de R$ 1.000.

Tempo médio para resgate do dinheiro: o resgate dos recursos ocorre na data de vencimento do título, podendo, em alguns casos, existir parcelas (amortizações) pagas periodicamente. É comum serem realizados pagamentos de cupons de juros (usualmente semestrais). Caso queira efetuar o resgate da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las na Bolsa.

Rentabilidade média: rendem juros fixos ou variáveis , que podem estar atrelados, entre outros indexadores, à inflação (IPCA mais juros), ao CDI ou às taxas de juros de referência (TJ3 e TJ6).

Como investir: para investir em debêntures, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Ações


Ao investir em ações, você se torna sócio de uma empresa. É como se você se tornasse dono de um pedacinho dela.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: não existe um valor mínimo para investir em ações. Mas assim como nos outros tipos de investimento que você faz com o gerente do seu banco, no investimento em ações as corretoras cobram taxas para guardá-las (taxa de custódia) e pelas movimentações que você faz (taxa de corretagem). Cabe a você fazer as contas para saber se a taxa cobrada vai pesar no seu investimento.

Tempo médio para resgate do dinheiro: trata-se de um investimento de longo prazo. Portanto, não invista em ações aquele dinheiro que sabe que vai precisar daqui a alguns meses.

Rentabilidade média: por se tratar de um investimento de renda variável, não é possível saber quanto seu dinheiro vai render após um certo período de tempo. Mas você pode usar o Ibovespa, principal índice do mercado de ações, como referência de desempenho.

Como investir: para investir diretamente em ações, você precisa ser cliente de uma corretora. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo a escolher as melhores alternativas de investimento e o orientarão esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.


Fundo de Índice (ETF)

São fundos formados por ações de diversas empresas, que acompanham o movimento dos principais índices da Bolsa.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do ETF que você escolher. Mas todos os ETFs são compostos por dez ações no mercado normal. No caso do ETF do Ibovespa (BOVA11), por exemplo, o investidor precisaria de cerca de R$ 630 para aplicar nas dez cotas. No entanto, os ETFs também podem ser negociados no mercado fracionário (portanto, a quantidade mínima seria de 1 ação e o valor mínimo seria de, aproximadamente, R$ 63). Mas assim como nos outros tipos de investimento que você faz com o gerente do seu banco, no investimento em fundos de índices as corretoras cobram taxas para guardá-los (a taxa de custódia) e, às vezes, pelas movimentações que você faz (taxa de corretagem). Além disso, os gestores do fundo cobram uma taxa de administração. Cabe a você fazer as contas para saber se a taxa cobrada vai pesar no seu investimento.

Tempo médio para resgate do dinheiro: os ETFs, à semelhança das ações, podem ser negociados imediatamente. No entanto, por se tratarem de investimentos de longo prazo, não é uma boa escolha investir neste produto aquele dinheiro que você sabe que vai precisar daqui a alguns meses.

Rentabilidade média: por se tratar de um investimento de renda variável, não é possível saber quanto seu dinheiro vai render após um certo período de tempo. Mas você pode usar os índices de referência do seu ETF para avaliar com foi o comportamento do ETF que você escolheu nos últimos anos.

Como investir: para investir diretamente em fundos de índices (ETFs) você precisa ser cliente de uma corretora. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Fundo de Investimento Imobiliário


São fundos que investem em empreendimentos imobiliários (exemplos: edifícios comerciais, shopping centers, hospitais etc.). O retorno do capital investido se dá por meio da distribuição de resultados do Fundo (o aluguel pago por um shopping center, por exemplo) ou pela venda das suas cotas do Fundo.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do Fundo Imobiliário que você escolher.

Tempo médio para resgate do dinheiro: por serem constituídos sob a forma de condomínio fechado, o resgate das cotas ocorre mediante a sua negociação no mercado secundário, ou seja, você vende a cota do fundo à semelhança da venda de uma ação.

Rentabilidade média: varia de um fundo para outro. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos para os cotistas que sejam pessoas físicas.

Como investir: para investir em fundos de investimento imobiliário você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Poupança

A Poupança é o tipo de investimento considerado mais tradicional e seguro. É o mais indicado para o investidor conservador, que não está disposto a correr riscos.

Quase todos os bancos comerciais oferecem essa modalidade de investimento e não é preciso ser correntista para investir. Basta comparecer a uma agência bancária portando os seguintes documentos e suas respectivas cópias: CPF, documento de identidade e comprovante de residência.

Tradicionalmente, o rendimento da poupança sempre foi determinado pela variação da TR – taxa referencial – mais juros de 0,5% ao mês. Entretanto, as regras sofreram alteração em maio de 2012. Com as novas regras, os depósitos feitos em poupança até o dia 04 de maio de 2012, continuam rendendo a mesma coisa. Entretanto, a partir daí, o rendimento dependerá da meta da taxa Selic determinada pelo Banco Central do Brasil. Se a meta para taxa básica de juros da economia for superior a 8,5%, nada muda. Entretanto, se o valor for igual ou menor a 8,5%, os juros passam a ser 70% da Selic.

Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Recibo de Depósito Bancário (RDB)

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Recibo de Depósito Bancário (RDB) são títulos de renda fixa emitidos por bancos, onde o investidor “empresta” dinheiro para o banco e recebe em troca o pagamento de juros desse empréstimo. Ou seja, esses tipos de investimento envolvem uma promessa de pagamento futuro do valor investido, acrescido da taxa pactuada no momento da transação.

A diferença entre o CDB e o RDB é que o primeiro pode ser negociado antes do vencimento enquanto o segundo é inegociável e intransferível.

No caso do CDB, a negociação antes do vencimento implica a perda de parte da remuneração (devolução com deságio). Já o RDB pode ser rescindido em caráter excepcional desde que haja concordância com a instituição depositária. Nesse caso o valor investido é devolvido sem os juros.

Descubra como multiplicar seu dinheiro de forma segura e descomplicada! O ebook 'Aprenda a investir na Renda Fixa' é o guia definitivo para quem quer garantir uma renda estável e rentável. 







Fonte : Bovespa e Portal do Investidor

Ações promissoras para 2023



De acordo com analistas, o Brasil está em situação privilegiada se comparado ao resto do mundo, pois há um descompasso entre os preços dos ativos brasileiros e seu real valor.

O cenário macroeconômico global deve apresentar desaceleração na atividade nos próximos meses/anos e o Brasil está em boa posição.


As ações promissoras para o ano de 2023


- Assaí (ASAI3);

- Rumo (RAIL3);

- Totvs (TOTS3);

- Multiplan (MULT3);

- Itaú Unibanco (ITUB4);

- BTG Pactual (BPAC11);

- Eletrobras (ELET3);

- Petrobras (PETR3);

- Vale (VALE3);

Suzano (SUZB3).

Companhias domésticas que possuem grande potencial 


- Pague Menos (PGMN3);

- Grupo Mateus (GMAT3);

- Assaí Atacadista (ASAI3).

Empresas do varejo com potencial de alta


- Magazine Luiza (MGLU3);

- Lojas Renner (LREN3);

- Americanas (AMER3);

- Aliansce Sonae (ALSO3).

Incorporadoras de imóveis que podem ser beneficiadas com programas governamentais


- Cury (CURY3);

- MRV (MRVE3);

- Direcional (DIRR3).

Empresas do setor da educação com ações promissoras.


- Yduqs (YDUQ3);

- Ser Educacional (SEER3);

- (COGN3).

Ações com melhores fundamentos

- Vivo (VIVT3);

- Ambev (ABEV3);

- Isa Cteep (TRPL4);

- Itaú (ITUB4);

- Copasa (CSMG3);

- Vale (VALE3);

- Rumo Logística (RAIL3);

- Klabin (KLBN11);

- Weg (WEGE3);

- Lojas Renner (LREN3).


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Investir na Bolsa: O que é preciso saber?




Investir é deixar de comprar alguma coisa hoje para comprar no futuro. Ou seja, guardarmos nosso dinheiro em uma alternativa de investimento para termos mais recursos para realizarmos nossos desejos no futuro.

Quando você poupa, irá receber no futuro os rendimentos dessa aplicação, o que permitirá que você realize seus desejos de consumo, como trocar os móveis, a televisão, dar entrada no carro ou na casa própria.

Existem diversos tipos de investimento acessíveis sendo que investir em ações está no ápice com a taxa Selic caindo e os rendimentos de renda fixa perdendo para a inflação.

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Ações do Ibovespa que mais caíram em 2021




O Ibovespa está no vermelho, 52 de 83 ações está em queda. A bolsa de valores está no menor patamar desde maio e voltou a ter perdas no acumulado em 2021.

Isto está ocorrendo devido as incertezas fiscais e políticas do Brasil, as preocupações sobre a retomada econômica global afeta os mercados de capitais e a perda de valor de mercado desde o pico do ano passa de R$ 582 bilhões de acordo com a Economatica.

Segundo os especialistas do mercado financeiro, a volatilidade deve permanecer alta nos mercados de ações no curto prazo, por isso é preciso ter cautela e não tomar decisões precipitadas.

Antes de tomar a decisão de investir será preciso estudar os fundamentos das empresas e saber se a perspectiva de futuro para o setor é promissor. A maior virtude do investidor é ser paciente com o cenário de recuperação da economia global e se ancorar neste conjunto de fatores para gerir a sua carteira no longo prazo.

Portanto em momentos de fortes quedas podem surgir grandes oportunidades e o investidor ter a chance de encontrar ações mais descontadas em relação ao seu preço justo, ou seja, com maior potencial de valorização no médio e longo prazo.


Lista das Ações do Ibovespa que mais caíram em 2021

- Suzano ON: -2,12%

- Itaú UnibancoPN: -2,45%

- Itausa PN: -2,78%

- IguatemiON: -3,07%

- Hapvida ON: -3,11%

- Telefônica Brasil ON: -3,38%

- Rumo ON: -3,38%

- Bradesco PN: -4,35%

- Cemig PN: -4,39%

- Carrefour BR ON: -4,66%

- Klabin UNT N2: -4,84%

- Santander BRUNT-5,48%

- Copel PNB: -6,17%

- Energias BR ON: -6,26%

- BR Malls ON: -6,67%

- Bradesco ON: -7,47%

- Weg ON:-7,48%

- Multiplan ON: -8,24%

- Lojas Renner ON: -8,88%

- CCR ON: -11,63%

- Engie Brasil ON: -11,89%

- Fleury ON: -12,11%

- CPFL EnergiaON: -12,58%

- CVC Brasil ON: -13,22%

- AzulPN: -13,51%

- JHSF Part ON: -13,86%

- EnergisaUNT N2: -15,16%

- Minerva ON: -15,78%

- Locamerica ON: -16,41%

- TIM ON: -19,84%

- LocalizaON: -20,55%

- Banco do Brasil ON: -21,52%

- Yduqs Part ON: -22,11%

- Magazine Luiza ON: -22,55%

- Sabesp ON: -25,39%

- Cielo ON:-27,49%

- Ecorodovias ON: -29,84%

- B3 ON: -30,22%

- BB Seguridade ON: -30,31%

- Ultrapar ON: -30,60%

- MRV ON: -30,63%

- Gol PN: -31,64%

- Sul America UNT N2: -31,83%

- Cogna ON: -33,05%

- Via Varejo ON: -34,41%

- Cyrela Realt ON: -35,09%

- IRB Brasil ON: -35,70%

- Qualicorp ON: -38,96%

- Eztec ON: -41,48%

- Americanas (B2W) ON: -46,81%

- Pão de Açúcar (CBD) ON: -49,38%

- Lojas Americanas PN: -49,80%

Com informação de G1.

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