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Análise técnica e fundamentos: por que o básico ainda vence no mercado moderno



 


Em um cenário dominado por algoritmos, inteligência artificial e uma avalanche de informações em tempo real, muitos investidores se perguntam: o que realmente ainda funciona no mercado financeiro? A resposta pode parecer surpreendentemente simples — e até “antiga” —, mas continua extremamente atual: fazer o dever de casa e respeitar o básico.

Uma visão consistente, construída ao longo de décadas de experiência no mercado, reforça que não existe atalho sustentável. Antes de pensar em comprar qualquer ativo, o primeiro passo continua sendo entender profundamente a empresa. Isso inclui seus resultados, seu setor, sua posição competitiva e suas perspectivas. Em outras palavras, conhecer o que está por trás do gráfico.

Mas é justamente no momento da decisão — o famoso timing — que entra a análise técnica. Ela não substitui o estudo fundamentalista, mas o complementa. Juntas, essas duas abordagens formam uma espécie de “análise de fusão”, onde fundamentos indicam o que comprar, e os gráficos ajudam a definir quando comprar.

O preço é o único fato

Em meio a tantos indicadores, uma ideia central se destaca: o preço é o único dado concreto no mercado. Lucros podem ser revisados, projeções podem mudar, opiniões variam — mas o preço registrado no gráfico é um fato consumado.

Por isso, a leitura começa por ele. Antes de mergulhar em indicadores complexos como RSI, MACD ou Bandas de Bollinger, o essencial é entender o movimento básico: a tendência. Saber identificar se um ativo está em alta, baixa ou lateralização já coloca o investidor à frente de muitos.

Curiosamente, mesmo sendo um conceito simples, muita gente ainda erra nesse ponto. E isso revela um problema maior: não é a falta de ferramentas, mas a falta de disciplina em aplicar o básico.

Fluxo de dinheiro e confirmação da tendência

Depois de identificar a direção do preço, o próximo passo é entender se essa tendência é sustentável. E isso passa pela análise do fluxo de capital.

Uma tendência de alta, por exemplo, ganha mais força quando acompanhada de aumento no volume — sinal de que mais dinheiro está entrando no ativo. Sem essa confirmação, o movimento pode ser frágil ou temporário.

Além disso, outros fatores entram na análise:

  • Sentimento do mercado: há excesso de otimismo ou pessimismo?

  • Comparação setorial: a ação está performando melhor ou pior que suas concorrentes?

  • Participação em ETFs: o ativo faz parte de fundos que estão em alta?

Esses elementos ajudam a montar um quadro mais completo e reduzem decisões baseadas apenas em opinião ou “achismo”.

O maior inimigo: o viés

Um dos erros mais comuns entre investidores não está na falta de conhecimento, mas no viés. Muitas pessoas entram no mercado já com uma ideia formada — “gosto desse setor”, “essa empresa é boa” — sem validar isso com dados e comportamento de mercado.

Essa postura pode levar a decisões ruins, porque ignora um ponto essencial: o mercado nem sempre concorda com você.

A disciplina, portanto, não está apenas em estudar, mas em seguir um processo lógico:

  1. Analisar o setor

  2. Observar o fluxo de dinheiro

  3. Comparar desempenhos

  4. Só então escolher o ativo

Inteligência artificial muda o jogo — mas não as regras

Hoje, uma grande parte das negociações no mercado é feita por algoritmos. A inteligência artificial executa operações em velocidades impossíveis para humanos e domina boa parte do volume diário.

Isso pode parecer uma revolução total — e, de certa forma, é. Mas há um detalhe importante: essas máquinas ainda operam com base nos mesmos princípios clássicos da análise técnica.

Médias móveis, suportes, resistências e tendências continuam sendo referências — apenas executadas de forma automatizada.

Ou seja, o que mudou foi “quem” opera, não necessariamente “como” o mercado funciona.

Simplificar é a verdadeira vantagem

Diante de tanta informação, muitos investidores se sentem sobrecarregados. Indicadores demais, notícias demais, opiniões demais.

A solução? Voltar ao simples.

  • Comece pelo preço

  • Identifique a tendência

  • Observe o fluxo de dinheiro

  • Ignore o excesso de ruído

Essa abordagem não só traz mais clareza, como também evita decisões impulsivas.

Conclusão: a tendência ainda é sua melhor amiga

Apesar de todas as transformações tecnológicas, uma verdade continua firme: seguir a tendência ainda é uma das estratégias mais eficazes no mercado.

Não se trata de ignorar inovação, mas de entender que ferramentas mudam — princípios, não.

No fim das contas, quem domina o básico com disciplina e consistência continua tendo uma grande vantagem. Porque, em um ambiente complexo, muitas vezes o simples é exatamente o que funciona melhor.

Tipos de Investimentos mais Comuns


Investir é deixar de comprar alguma coisa hoje para comprar no futuro. Ou seja, guardarmos nosso dinheiro em uma alternativa de investimento para termos mais recursos para realizarmos nossos desejos no futuro.

Quando você poupa, receberá no futuro os rendimentos dessa aplicação, o que permitirá que você realize seus desejos de consumo, como trocar os móveis, a televisão, dar entrada no carro ou na casa própria.

Existem diversos tipos de investimento acessíveis sendo: a caderneta de poupança, os certificados de depósito bancário (conhecidos como CDBs), os fundos de investimento e as ações.

Tesouro Direto (Títulos Públicos Federais)


São títulos públicos federais, ou seja, emitidos pelo Tesouro Nacional.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: R$ 30.

Tempo médio para resgate do dinheiro: depende do prazo do título que você comprar. Mas você pode resgatar o dinheiro semanalmente, pois o Tesouro Nacional recompra os títulos adquiridos diretamente do Tesouro Direto todas às quartas-feiras, sem limitação de valor. Se vender antes da data de vencimento, você receberá pelo título seu preço de mercado.

Rentabilidade média: no caso dos títulos prefixados, você aplica o seu dinheiro agora e sabe, desde já, o rendimento que terá sobre o capital investido. Se aplicar em títulos pós-fixados, além dos juros decorrentes do tempo de investimento, você receberá um percentual gerado pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação, ou da taxa básica de juros do País, a chamada Taxa Selic. O indexador (IPCA ou Selic) depende do título escolhido pelo investidor.

Como investir: para investir diretamente no Tesouro Direto, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)


São títulos de longo prazo lastreados em créditos imobiliários - fluxo de pagamentos de contraprestações de aquisição de bens imóveis, ou de aluguéis - emitidos por sociedades securitizadoras.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do CRI escolhido por você, mas alguns deles aceitam investimentos a partir de R$ 1.000.

Tempo médio para resgate do dinheiro: o resgate dos recursos ocorre na data de vencimento do título e por meio de parcelas (amortizações) pagas periodicamente ao longo do tempo. Caso queira efetuar o resgate da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las na Bolsa. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para as pessoas físicas.

Rentabilidade média: depende do CRI escolhido por você, mas usualmente são atrelados ao IGP-M, IPCA ou TR. Fale com a sua corretora.

Como investir: para investir em CRI, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Debênture


São títulos de crédito de médio e longo prazo emitidos por uma empresa. Ou seja, você se torna credor da companhia, de acordo com as regras divulgadas na escritura do título.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende da debênture escolhida por você, mas algumas delas aceitam investimentos a partir de R$ 1.000.

Tempo médio para resgate do dinheiro: o resgate dos recursos ocorre na data de vencimento do título, podendo, em alguns casos, existir parcelas (amortizações) pagas periodicamente. É comum serem realizados pagamentos de cupons de juros (usualmente semestrais). Caso queira efetuar o resgate da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las na Bolsa.

Rentabilidade média: rendem juros fixos ou variáveis , que podem estar atrelados, entre outros indexadores, à inflação (IPCA mais juros), ao CDI ou às taxas de juros de referência (TJ3 e TJ6).

Como investir: para investir em debêntures, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Ações


Ao investir em ações, você se torna sócio de uma empresa. É como se você se tornasse dono de um pedacinho dela.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: não existe um valor mínimo para investir em ações. Mas assim como nos outros tipos de investimento que você faz com o gerente do seu banco, no investimento em ações as corretoras cobram taxas para guardá-las (taxa de custódia) e pelas movimentações que você faz (taxa de corretagem). Cabe a você fazer as contas para saber se a taxa cobrada vai pesar no seu investimento.

Tempo médio para resgate do dinheiro: trata-se de um investimento de longo prazo. Portanto, não invista em ações aquele dinheiro que sabe que vai precisar daqui a alguns meses.

Rentabilidade média: por se tratar de um investimento de renda variável, não é possível saber quanto seu dinheiro vai render após um certo período de tempo. Mas você pode usar o Ibovespa, principal índice do mercado de ações, como referência de desempenho.

Como investir: para investir diretamente em ações, você precisa ser cliente de uma corretora. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo a escolher as melhores alternativas de investimento e o orientarão esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.


Fundo de Índice (ETF)

São fundos formados por ações de diversas empresas, que acompanham o movimento dos principais índices da Bolsa.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do ETF que você escolher. Mas todos os ETFs são compostos por dez ações no mercado normal. No caso do ETF do Ibovespa (BOVA11), por exemplo, o investidor precisaria de cerca de R$ 630 para aplicar nas dez cotas. No entanto, os ETFs também podem ser negociados no mercado fracionário (portanto, a quantidade mínima seria de 1 ação e o valor mínimo seria de, aproximadamente, R$ 63). Mas assim como nos outros tipos de investimento que você faz com o gerente do seu banco, no investimento em fundos de índices as corretoras cobram taxas para guardá-los (a taxa de custódia) e, às vezes, pelas movimentações que você faz (taxa de corretagem). Além disso, os gestores do fundo cobram uma taxa de administração. Cabe a você fazer as contas para saber se a taxa cobrada vai pesar no seu investimento.

Tempo médio para resgate do dinheiro: os ETFs, à semelhança das ações, podem ser negociados imediatamente. No entanto, por se tratarem de investimentos de longo prazo, não é uma boa escolha investir neste produto aquele dinheiro que você sabe que vai precisar daqui a alguns meses.

Rentabilidade média: por se tratar de um investimento de renda variável, não é possível saber quanto seu dinheiro vai render após um certo período de tempo. Mas você pode usar os índices de referência do seu ETF para avaliar com foi o comportamento do ETF que você escolheu nos últimos anos.

Como investir: para investir diretamente em fundos de índices (ETFs) você precisa ser cliente de uma corretora. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Fundo de Investimento Imobiliário


São fundos que investem em empreendimentos imobiliários (exemplos: edifícios comerciais, shopping centers, hospitais etc.). O retorno do capital investido se dá por meio da distribuição de resultados do Fundo (o aluguel pago por um shopping center, por exemplo) ou pela venda das suas cotas do Fundo.

Quem pode investir: qualquer pessoa.

Valor mínimo: depende do Fundo Imobiliário que você escolher.

Tempo médio para resgate do dinheiro: por serem constituídos sob a forma de condomínio fechado, o resgate das cotas ocorre mediante a sua negociação no mercado secundário, ou seja, você vende a cota do fundo à semelhança da venda de uma ação.

Rentabilidade média: varia de um fundo para outro. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos para os cotistas que sejam pessoas físicas.

Como investir: para investir em fundos de investimento imobiliário você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto. Elas possuem especialistas que poderão ajudá-lo esclarecendo todas as dúvidas que você tiver.

Poupança

A Poupança é o tipo de investimento considerado mais tradicional e seguro. É o mais indicado para o investidor conservador, que não está disposto a correr riscos.

Quase todos os bancos comerciais oferecem essa modalidade de investimento e não é preciso ser correntista para investir. Basta comparecer a uma agência bancária portando os seguintes documentos e suas respectivas cópias: CPF, documento de identidade e comprovante de residência.

Tradicionalmente, o rendimento da poupança sempre foi determinado pela variação da TR – taxa referencial – mais juros de 0,5% ao mês. Entretanto, as regras sofreram alteração em maio de 2012. Com as novas regras, os depósitos feitos em poupança até o dia 04 de maio de 2012, continuam rendendo a mesma coisa. Entretanto, a partir daí, o rendimento dependerá da meta da taxa Selic determinada pelo Banco Central do Brasil. Se a meta para taxa básica de juros da economia for superior a 8,5%, nada muda. Entretanto, se o valor for igual ou menor a 8,5%, os juros passam a ser 70% da Selic.

Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Recibo de Depósito Bancário (RDB)

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Recibo de Depósito Bancário (RDB) são títulos de renda fixa emitidos por bancos, onde o investidor “empresta” dinheiro para o banco e recebe em troca o pagamento de juros desse empréstimo. Ou seja, esses tipos de investimento envolvem uma promessa de pagamento futuro do valor investido, acrescido da taxa pactuada no momento da transação.

A diferença entre o CDB e o RDB é que o primeiro pode ser negociado antes do vencimento enquanto o segundo é inegociável e intransferível.

No caso do CDB, a negociação antes do vencimento implica a perda de parte da remuneração (devolução com deságio). Já o RDB pode ser rescindido em caráter excepcional desde que haja concordância com a instituição depositária. Nesse caso o valor investido é devolvido sem os juros.

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Fonte : Bovespa e Portal do Investidor

Ações promissoras para 2023



De acordo com analistas, o Brasil está em situação privilegiada se comparado ao resto do mundo, pois há um descompasso entre os preços dos ativos brasileiros e seu real valor.

O cenário macroeconômico global deve apresentar desaceleração na atividade nos próximos meses/anos e o Brasil está em boa posição.


As ações promissoras para o ano de 2023


- Assaí (ASAI3);

- Rumo (RAIL3);

- Totvs (TOTS3);

- Multiplan (MULT3);

- Itaú Unibanco (ITUB4);

- BTG Pactual (BPAC11);

- Eletrobras (ELET3);

- Petrobras (PETR3);

- Vale (VALE3);

Suzano (SUZB3).

Companhias domésticas que possuem grande potencial 


- Pague Menos (PGMN3);

- Grupo Mateus (GMAT3);

- Assaí Atacadista (ASAI3).

Empresas do varejo com potencial de alta


- Magazine Luiza (MGLU3);

- Lojas Renner (LREN3);

- Americanas (AMER3);

- Aliansce Sonae (ALSO3).

Incorporadoras de imóveis que podem ser beneficiadas com programas governamentais


- Cury (CURY3);

- MRV (MRVE3);

- Direcional (DIRR3).

Empresas do setor da educação com ações promissoras.


- Yduqs (YDUQ3);

- Ser Educacional (SEER3);

- (COGN3).

Ações com melhores fundamentos

- Vivo (VIVT3);

- Ambev (ABEV3);

- Isa Cteep (TRPL4);

- Itaú (ITUB4);

- Copasa (CSMG3);

- Vale (VALE3);

- Rumo Logística (RAIL3);

- Klabin (KLBN11);

- Weg (WEGE3);

- Lojas Renner (LREN3).


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Investir na Bolsa: O que é preciso saber?




Investir é deixar de comprar alguma coisa hoje para comprar no futuro. Ou seja, guardarmos nosso dinheiro em uma alternativa de investimento para termos mais recursos para realizarmos nossos desejos no futuro.

Quando você poupa, irá receber no futuro os rendimentos dessa aplicação, o que permitirá que você realize seus desejos de consumo, como trocar os móveis, a televisão, dar entrada no carro ou na casa própria.

Existem diversos tipos de investimento acessíveis sendo que investir em ações está no ápice com a taxa Selic caindo e os rendimentos de renda fixa perdendo para a inflação.

No livro "Investir na Bolsa: O que é preciso saber?" é possivel aprender sobre o  mercado financeiro, ações, fundos imobiliários, ETF, dúvidas sobre IR para lucros. Informação para começar a investir e dicas de como escolher e analisar uma empresa na bolsa


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Ações do Ibovespa que mais caíram em 2021




O Ibovespa está no vermelho, 52 de 83 ações está em queda. A bolsa de valores está no menor patamar desde maio e voltou a ter perdas no acumulado em 2021.

Isto está ocorrendo devido as incertezas fiscais e políticas do Brasil, as preocupações sobre a retomada econômica global afeta os mercados de capitais e a perda de valor de mercado desde o pico do ano passa de R$ 582 bilhões de acordo com a Economatica.

Segundo os especialistas do mercado financeiro, a volatilidade deve permanecer alta nos mercados de ações no curto prazo, por isso é preciso ter cautela e não tomar decisões precipitadas.

Antes de tomar a decisão de investir será preciso estudar os fundamentos das empresas e saber se a perspectiva de futuro para o setor é promissor. A maior virtude do investidor é ser paciente com o cenário de recuperação da economia global e se ancorar neste conjunto de fatores para gerir a sua carteira no longo prazo.

Portanto em momentos de fortes quedas podem surgir grandes oportunidades e o investidor ter a chance de encontrar ações mais descontadas em relação ao seu preço justo, ou seja, com maior potencial de valorização no médio e longo prazo.


Lista das Ações do Ibovespa que mais caíram em 2021

- Suzano ON: -2,12%

- Itaú UnibancoPN: -2,45%

- Itausa PN: -2,78%

- IguatemiON: -3,07%

- Hapvida ON: -3,11%

- Telefônica Brasil ON: -3,38%

- Rumo ON: -3,38%

- Bradesco PN: -4,35%

- Cemig PN: -4,39%

- Carrefour BR ON: -4,66%

- Klabin UNT N2: -4,84%

- Santander BRUNT-5,48%

- Copel PNB: -6,17%

- Energias BR ON: -6,26%

- BR Malls ON: -6,67%

- Bradesco ON: -7,47%

- Weg ON:-7,48%

- Multiplan ON: -8,24%

- Lojas Renner ON: -8,88%

- CCR ON: -11,63%

- Engie Brasil ON: -11,89%

- Fleury ON: -12,11%

- CPFL EnergiaON: -12,58%

- CVC Brasil ON: -13,22%

- AzulPN: -13,51%

- JHSF Part ON: -13,86%

- EnergisaUNT N2: -15,16%

- Minerva ON: -15,78%

- Locamerica ON: -16,41%

- TIM ON: -19,84%

- LocalizaON: -20,55%

- Banco do Brasil ON: -21,52%

- Yduqs Part ON: -22,11%

- Magazine Luiza ON: -22,55%

- Sabesp ON: -25,39%

- Cielo ON:-27,49%

- Ecorodovias ON: -29,84%

- B3 ON: -30,22%

- BB Seguridade ON: -30,31%

- Ultrapar ON: -30,60%

- MRV ON: -30,63%

- Gol PN: -31,64%

- Sul America UNT N2: -31,83%

- Cogna ON: -33,05%

- Via Varejo ON: -34,41%

- Cyrela Realt ON: -35,09%

- IRB Brasil ON: -35,70%

- Qualicorp ON: -38,96%

- Eztec ON: -41,48%

- Americanas (B2W) ON: -46,81%

- Pão de Açúcar (CBD) ON: -49,38%

- Lojas Americanas PN: -49,80%

Com informação de G1.

Preço Justo das Empresas que mais Pagaram Dividendos em 2020




Quando investimos em uma empresa temos a esperança que o negócio vai evoluir e gerar lucros, isto também acontece quando compramos ações das empresas na bolsa de valores. 

Os dividendos são o retorno que a empresa devolve aos investidores, ou seja, uma parte dos lucros que a empresa distribui aos seus acionistas como forma de remuneração. 

Mas para que o investimento seja lucrativo é preciso comprar a ação da empresa por um preço justo. Veja a seguir o preço justo das maiores pagadoras de dividendos.


As 10 Maiores Pagadoras de Dividendos



1 - Cyrela Realt CYRE3 

Empresa de Construção civil - Div Yield - 11,04% 

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 2,70 

Preço justo por ação = R$ 33,75


2 - BBSeguridade BBSE3

Previdência e seguros - Div Yield - 10,14%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 2,78

Preço justo por ação = R$ 34,75


3 - Petrobras BR BRDT3

Petróleo gás e biocombustíveis - Div Yield - 10,01%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 1,40

Preço justo por ação = R$ 17,50


4 - Sid Nacional CSNA3

Siderurgia e metalurgia - Div Yield - 9,37%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 0,65

Preço justo por ação = R$ 8,12


5 - Itausa ITSA4

Intermediários financeiros - Div Yield - 9,00%

Dividendo/Valor pago por ação=R$ 0,53

Preço justo por ação = 6,62


6 - Qualicorp QUAL3

Serviços médico-hospitalares análises e diagnósticos - Div Yield - 8,36%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 2,06

Preço justo por ação = R$ 25,75


7 - MRV MRVE3

Construção civil - Div Yield - 7,94%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 0,47

Preço justo por ação = R$ 5,87


8 - Telef Brasil VIVT3

Telecomunicações - Div Yield - 7,68%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 3,37 

Preço justo por ação = R$ 42,15


9 - Smiles SMLS3

Diversos - Div Yield - 7,55%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 1,26

Preço justo por ação = R$ 15,75


10 - Itau Unibanco ITUB4

Intermediários financeiros - Div Yield - 7,48%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 1,28

Preço justo por ação = R$ 15,90


11 - Cemig CMIG4 

Energia

Intermediários financeiros - Div Yield - 10,07%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 1,44

Preço justo por ação = 18,00


12 - Banco do Brasil BBAS3

Banco

Intermediários financeiros - Div Yield - 6,24%

Dividendo/Valor pago por ação - R$ 2,02

Preço justo por ação = R$ 25,25


"Para determinar o preço justo usamos a média dos dividendos em 8% ao ano". A fórmula usada para achar o preço justo é a seguinte: valor do dividendo/pela porcentagem do dividendo pretendido.


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