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10 ações que mais caíram após o segundo turno: quais podem se recuperar?

 


A forte queda da Bolsa brasileira após o segundo turno das eleições de 2026 abriu espaço para uma pergunta importante: será que algumas ações ficaram baratas demais e podem voltar a subir?

O resultado eleitoral provocou uma forte reação dos investidores. Na segunda-feira, 26 de outubro, o Ibovespa despencou 13,88%, em meio à preocupação com a trajetória dos juros, o endividamento público e os efeitos da política econômica sobre as empresas brasileiras.

Os setores de varejo, saúde e construção civil estiveram entre os mais atingidos. Algumas companhias perderam mais de 40% do valor de mercado em poucos pregões.

Mas existe uma diferença importante entre uma ação que simplesmente caiu muito e outra que apresenta fundamentos capazes de sustentar uma recuperação.

Neste artigo, vamos analisar as maiores quedas e explicar como os indicadores P/L, P/VP e dividend yield podem ajudar a identificar oportunidades na Bolsa.

1. As 10 ações que mais perderam valor

O levantamento da Elos Ayta, publicado pelo Money Times em 29 de outubro, identificou 34 ações que atingiram suas mínimas do ano nos dias 26 ou 27 de outubro. Entre elas, 12 apresentaram desvalorização superior a 40% em relação ao fechamento anterior ao segundo turno.

A tabela abaixo reúne dez das quedas mais expressivas divulgadas pela imprensa, utilizando as variações informadas para os respectivos períodos.

PosiçãoEmpresa   CódigoQueda aproximada
1Ecorodovias   ECOR3-60,53%
2Magazine Luiza   MGLU3-58,23%
3Vamos   VAMO3-56,79%
4Hapvida   HAPV3-54,93%
5Grupo SBF   SBFG3-51,41%
6C&A   CEAB3-47,46%
7Cosan   CSAN3-46,73%
8Cyrela   CYRE3-44,81%
9Riachuelo   RIAA3-44,24%
10Assaí   ASAI3-42,97%

Atenção: os percentuais foram divulgados em levantamentos com janelas de comparação diferentes. A classificação é indicativa, não um ranking rigoroso calculado sobre uma única base de preços. Os números também não representam necessariamente as perdas acumuladas até 30 de outubro.

Fontes: Money Times — ações que atingiram a mínima do ano e Folha de S.Paulo — empresas mais afetadas após a eleição.

2. Por que essas ações caíram tanto?

A queda não aconteceu pelo mesmo motivo em todas as empresas.

Magazine Luiza (MGLU3)

A varejista foi uma das empresas mais afetadas pela reação do mercado. O setor depende bastante do crédito e do poder de compra dos consumidores.

Quando os juros permanecem elevados, o financiamento fica mais caro, o consumo pode desacelerar e as empresas enfrentam dificuldades para ampliar suas margens de lucro.

Vamos (VAMO3)

A empresa atua no mercado de locação de caminhões e equipamentos. Negócios com necessidade elevada de capital são particularmente sensíveis ao custo do financiamento.

Juros elevados podem pressionar o resultado financeiro e reduzir a atratividade de investimentos em expansão.

Hapvida (HAPV3)

A operadora de planos de saúde enfrenta desafios próprios do setor, incluindo custos assistenciais e rentabilidade.

Uma queda expressiva no preço não elimina os riscos relacionados à qualidade dos resultados, à geração de caixa e à estrutura financeira da companhia.

Grupo SBF (SBFG3) e C&A (CEAB3)

As duas empresas estão ligadas ao consumo. Uma desaceleração econômica pode afetar as vendas, enquanto o crédito caro pode reduzir a disposição dos consumidores para comprar produtos de maior valor.

Cosan (CSAN3)

O endividamento e o custo financeiro são fatores importantes para analisar a companhia. Quando os juros sobem, empresas que precisam refinanciar dívidas podem sofrer uma pressão adicional.

Cyrela (CYRE3) e Assaí (ASAI3)

A construção civil é sensível ao financiamento imobiliário, enquanto o varejo alimentar depende do equilíbrio entre volume de vendas, custos e margens.

Em todos esses casos, é necessário separar o efeito da reação política do mercado dos problemas operacionais e financeiros que cada empresa já apresentava.

3. Como identificar uma ação com potencial de recuperação?

Três indicadores podem ajudar na análise fundamentalista.

P/L: preço sobre lucro

O indicador P/L relaciona o preço da ação ao lucro por ação da empresa.

Em termos gerais:

  • P/L positivo e relativamente baixo: pode indicar uma ação descontada em relação ao lucro.

  • P/L elevado: pode significar que o mercado espera crescimento dos resultados ou que a ação está cara.

  • P/L negativo: indica prejuízo no período de referência, tornando a comparação tradicional menos útil.

Um P/L baixo não é garantia de valorização. O lucro pode estar em queda ou ser temporário.

P/VP: preço sobre valor patrimonial

O P/VP compara o preço de mercado com o patrimônio líquido por ação.

  • P/VP abaixo de 1: a ação está sendo negociada abaixo do valor patrimonial por ação.

  • P/VP próximo de 1: o preço está próximo do valor patrimonial.

  • P/VP acima de 1: o mercado paga mais do que o valor patrimonial por ação.

Um P/VP abaixo de 1 pode chamar a atenção de investidores que procuram ações descontadas. Entretanto, o patrimônio contábil nem sempre representa o valor econômico que a empresa conseguirá gerar.

DY: dividend yield

O dividend yield representa os dividendos pagos em relação ao preço da ação.

Por exemplo, se uma ação custa R$ 10 e paga R$ 0,50 por ação em dividendos ao longo de 12 meses, o DY é de 5%.

Um DY elevado pode indicar uma oportunidade de renda, mas também pode resultar de uma queda acentuada no preço.

É fundamental verificar se a empresa possui lucro e caixa suficientes para continuar distribuindo dividendos.

O cenário ideal é encontrar uma empresa lucrativa, com preço razoável, endividamento controlado e dividendos sustentáveis.

4. Qual das ações merece uma análise mais detalhada?

Entre as empresas que sofreram fortes quedas, a Ecorodovias (ECOR3) merece atenção para uma avaliação fundamentalista mais aprofundada.

Um levantamento de indicadores publicado pelo site Calculadora.com.br, com cotação de 29 de outubro de 2026 e dados financeiros referentes ao período de 12 meses até junho de 2026, apresentou os seguintes números:

IndicadorECOR3
P/L6,62
P/VP0,88
Dividend yield11,6%
ROE13,3%
Dívida líquida/EBITDA4,12 vezes

Fonte: Calculadora.com.br — indicadores fundamentalistas da Ecorodovias.

Esses números merecem uma interpretação cuidadosa.

Pontos favoráveis:

  • P/L de 6,62, indicando um preço relativamente baixo em relação ao lucro informado.

  • P/VP de 0,88, abaixo do valor patrimonial por ação.

  • Dividend yield de 11,6%, considerando os pagamentos utilizados no cálculo.

Principal ponto de atenção:

A dívida líquida equivalente a 4,12 vezes o EBITDA indica um nível de endividamento que merece investigação. A empresa precisa gerar caixa suficiente para cumprir suas obrigações e financiar suas operações.

Além disso, um dividend yield elevado não significa que a empresa manterá o mesmo nível de distribuição no futuro.

Portanto, a Ecorodovias apresenta uma combinação de indicadores que justifica uma análise mais aprofundada, mas isso não comprova que suas ações voltarão a subir.

Os dados são uma referência publicada em 29 de outubro, não uma garantia de que todos os indicadores continuem iguais na data de leitura.

5. Magazine Luiza: uma ação barata ou uma armadilha de valor?

O Magazine Luiza também merece atenção por apresentar um P/VP bastante inferior a 1 em levantamentos de indicadores anteriores à queda eleitoral.

Entretanto, os números mostram por que não basta olhar para um único indicador.

Um levantamento publicado pelo Indicafin, com cotação de 20 de agosto de 2026, apresentou P/L de 33,97, P/VP de 0,27 e dividend yield de 2,10%.

Fonte: Indicafin — indicadores do Magazine Luiza.

O P/VP baixo pode parecer atraente, mas o P/L relativamente elevado indica que o preço não era necessariamente baixo em relação ao lucro informado.

Além disso, os dados são anteriores à forte desvalorização de outubro e precisam ser atualizados antes de qualquer decisão.

Esse exemplo mostra que uma ação pode estar abaixo do valor patrimonial e, mesmo assim, não ser uma boa oportunidade de investimento.

Para uma análise mais completa, é necessário avaliar o crescimento do lucro, o fluxo de caixa, a dívida, a rentabilidade e a capacidade de recuperação das margens.

6. E a Hapvida? A queda é uma oportunidade?

A Hapvida (HAPV3) também exige cautela.

Um levantamento do Investidor10 consultado durante esta análise apresentava P/L negativo, P/VP de 0,05 e dividend yield de 0%.

Fonte: Investidor10 — indicadores da Hapvida.

O P/VP muito baixo pode despertar interesse, mas o P/L negativo indica que o lucro utilizado no cálculo não era positivo.

Nesse cenário, não é adequado tratar a ação como uma oportunidade de recuperação baseada simultaneamente em P/L positivo, P/VP baixo e DY positivo.

A empresa precisaria demonstrar melhora consistente nos resultados e na geração de caixa para sustentar uma tese de recuperação fundamentada.

7. Quais ações podem voltar a subir?

A recuperação depende de fatores que vão além da queda no preço.

Para selecionar candidatas, eu utilizaria os seguintes critérios:

CritérioO que procurar
P/LPositivo e razoável em relação ao histórico e ao setor
P/VPPreferencialmente abaixo de 1, desde que o patrimônio seja de boa qualidade
DYPositivo e sustentado por geração de caixa
ROEPositivo, indicando retorno sobre o patrimônio
EndividamentoCompatível com a capacidade de geração de caixa
LucroEstável ou em recuperação
PerspectivasPossibilidade de melhora operacional nos próximos trimestres

O objetivo não é encontrar simplesmente as ações que mais caíram, mas aquelas cujo preço recuou sem que os fundamentos tenham se deteriorado na mesma proporção.

Uma empresa com lucro consistente, dívida administrável e geração de caixa pode apresentar condições melhores de recuperação do que uma companhia cujo preço caiu porque seu negócio está perdendo rentabilidade.

8. Conclusão: comprar após uma queda forte pode valer a pena?

A queda da Bolsa após o segundo turno criou um ambiente de elevada volatilidade e colocou várias empresas em níveis de preço que merecem ser reavaliados.

Entretanto, não existe garantia de que as ações que mais caíram serão as que mais subirão.

Com os dados apresentados, a Ecorodovias merece uma investigação mais detalhada pela combinação de P/L positivo, P/VP abaixo de 1 e dividend yield elevado. Seu endividamento, porém, é um risco importante.

O Magazine Luiza apresenta um P/VP baixo nos dados consultados, mas precisa ser avaliado com atenção à rentabilidade e à capacidade de gerar lucro. Já a Hapvida não atende, nos indicadores consultados, ao critério de P/L positivo e dividend yield positivo.

A estratégia mais prudente é comparar os indicadores atualizados das dez empresas, verificar os balanços mais recentes e identificar quais continuam lucrativas depois da queda.

O investidor deve lembrar que preços descontados podem oferecer oportunidades, mas também podem refletir problemas reais nas empresas.

Aviso: este artigo tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação individual de compra ou venda de ações. Os indicadores fundamentalistas mudam com os preços e com a divulgação dos resultados financeiros.

MEI: Como conseguir o perdão das dívidas? Veja o passo a passo!

Boa notícia para os Microempreendedores Individuais (MEIs)!

A Lei Complementar nº 238/2026 prevê o perdão de dívidas tributárias federais de MEIs, incluindo débitos abrangidos pela lei, multas, juros e encargos.

A medida está prevista para começar a valer em 1º de janeiro de 2027 e poderá beneficiar milhões de empreendedores.

✅ QUEM PODE TER DIREITO?

MEIs com dívidas tributárias federais constituídas até 13 de outubro de 2026, desde que os débitos atendam aos critérios da legislação. Isso pode incluir dívidas inscritas ou não na Dívida Ativa da União e débitos em parcelamento.

📋 PASSO A PASSO: O QUE FAZER?

1️⃣ Consulte suas dívidas

Acesse o portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), para consultar débitos inscritos na Dívida Ativa da União:

🔗 https://regularize.pgfn.gov.br/

2️⃣ Não precisa fazer pedido de perdão

O benefício está previsto para ser aplicado automaticamente aos débitos que se enquadrem nas regras. Não é necessário pagar intermediários nem contratar alguém para fazer um suposto cadastro.

3️⃣ Continue pagando o DAS-MEI

Essa é uma das etapas mais importantes! Para manter o benefício, será necessário pagar em dia as guias mensais do DAS durante os seis primeiros meses de vigência da medida.

4️⃣ Se você já tem parcelamento, atenção!

Não pare de pagar as parcelas por conta própria. Consulte sua situação e aguarde a confirmação oficial de como os débitos serão tratados.

5️⃣ Se sua dívida está na Justiça, procure orientação

Poderá ser necessário formalizar a desistência da ação judicial relacionada aos débitos abrangidos, conforme as condições legais.

⚠️ ATENÇÃO!

❌ Dívidas bancárias, empréstimos e outras obrigações privadas não entram automaticamente nesse perdão tributário.

❌ Valores já pagos não serão devolvidos.

✅ O ideal é manter suas obrigações atuais em dia e acompanhar as orientações oficiais da Receita Federal e da PGFN.

📲 Compartilhe esta informação com outros MEIs! Ela pode ajudar muitos empreendedores a entender seus direitos e organizar a vida financeira do negócio.

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Eleições 2026: agregador de pesquisas mostra disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro


Veja os resultados das últimas pesquisas eleitorais para o segundo turno de 2026, compare Quaest, Datafolha, Gerp e outros institutos e entenda o que revela a média das sondagens.

A três dias do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresenta diferenças importantes entre os levantamentos divulgados pelos institutos de pesquisa.

Na quarta-feira, 21 de outubro, seis pesquisas trouxeram novos números sobre a intenção de voto dos brasileiros. Em cinco dos levantamentos citados na reportagem original, os resultados foram classificados como empate técnico, enquanto a pesquisa Gerp apresentou uma diferença superior à margem de erro declarada.

Mas o que acontece quando reunimos os números de diferentes institutos em um único painel? E como interpretar as diferenças entre as pesquisas?

1. Comparativo das seis pesquisas divulgadas em 21 de outubro

A tabela abaixo reúne os resultados informados na reportagem, preservando a base de cada levantamento.

InstitutoFlávio BolsonaroLulaTipo de resultado
Quaest45%44%Votos totais
Meio/Ideia48%46%Votos totais
Palver50%48%Votos totais
Futura/100% Cidades48,9%46,8%Votos totais
Gerp53%47%Votos válidos
Veritá50,7%49,3%Votos válidos

Importante: votos totais e votos válidos não são a mesma coisa. Os votos totais incluem respostas de pessoas que pretendem votar em branco ou anular o voto e, dependendo do levantamento, eleitores indecisos. Os votos válidos excluem essas categorias e são a base usada para definir o vencedor da eleição.

Por isso, não é correto comparar diretamente todos os percentuais da tabela como se tivessem sido calculados da mesma maneira.

2. Agregador de pesquisas eleitorais: o que mostra a média?

Para ampliar a análise, também é possível consultar agregadores que reúnem diferentes institutos e calculam médias a partir das pesquisas disponíveis.

O portal PolítOnData apresentou uma média descritiva de 18 institutos, considerando a última pesquisa disponível de cada um no período informado até 21 de outubro.

Média descritiva dos votos totaisPercentual
Flávio Bolsonaro47,3%
Lula45,2%

Fonte: PolítOnData — média das pesquisas do segundo turno.

Essa média utiliza pesos iguais para os institutos incluídos e não constitui uma previsão do resultado eleitoral. Também não possui uma margem de erro agregada calculada pelo próprio painel.

Outro agregador, o GX Capital, divulgou uma média ponderada de 16 pesquisas que apontava 51,1% para Flávio Bolsonaro e 48,9% para Lula nos votos válidos, na atualização consultada em 21 de outubro.

Fonte: GX Capital — agregador de pesquisas eleitorais.

As duas médias não devem ser comparadas diretamente sem considerar as diferenças de metodologia, de seleção das pesquisas e de ponderação utilizadas.

3. Por que os institutos apresentam números diferentes?

As diferenças entre as pesquisas podem ser explicadas por diversos fatores:

  • Data das entrevistas: a opinião dos eleitores pode mudar durante a campanha.

  • Tamanho da amostra: cada instituto entrevista uma quantidade diferente de pessoas.

  • Método de coleta: as entrevistas podem ser realizadas por telefone, presencialmente ou pela internet.

  • Perfil dos entrevistados: os institutos utilizam critérios de seleção e ponderação diferentes.

  • Votos totais e válidos: a exclusão de brancos, nulos e indecisos altera os percentuais apresentados.

A margem de erro também precisa ser considerada. Uma diferença pequena entre dois candidatos pode estar dentro da incerteza estatística do levantamento, o que impede concluir que um deles esteja efetivamente à frente na população pesquisada.

No caso da Palver, a amostragem online não probabilística exige cuidado adicional: a margem de erro divulgada não tem a mesma interpretação estatística de uma pesquisa baseada em amostragem probabilística.

4. O que mudou nas pesquisas anteriores?

Segundo os dados apresentados na reportagem, algumas oscilações foram observadas entre levantamentos sucessivos:

  • Quaest: Flávio passou de 46% para 45%, enquanto Lula permaneceu em 44% nos votos totais.

  • Futura/100% Cidades: Flávio passou de 50,4% para 51,1% nos votos válidos, enquanto Lula variou de 49,6% para 48,9%.

  • Palver: Flávio manteve 50% dos votos totais, enquanto Lula passou de 49% para 48%.

  • Gerp: Flávio passou de 52% para 53% dos votos válidos, enquanto Lula passou de 48% para 47%.

Essas mudanças devem ser interpretadas com cautela. Oscilações entre pesquisas não significam necessariamente uma transferência efetiva de votos, principalmente quando estão dentro das margens de erro.

5. Quais pesquisas ainda podem atualizar o cenário?

A reportagem informa que novas pesquisas estavam previstas para quinta-feira, 22 de outubro, incluindo Datafolha e Indexa, além de outros levantamentos.

O Datafolha anunciou uma pesquisa com 2.520 entrevistados, coleta entre 20 e 22 de outubro e margem de erro de dois pontos percentuais, registrada no TSE sob o número BR-09709/2026.

O registro pode ser consultado no sistema oficial da Justiça Eleitoral: Pesquisas eleitorais do TSE.

Os resultados devem ser incorporados ao agregador somente depois de sua divulgação e da conferência dos dados originais. Assim, evita-se misturar pesquisas anunciadas com levantamentos já publicados.

6. Como acompanhar todas as pesquisas em um único lugar?

Um agregador eleitoral eficiente deve apresentar:

  1. O instituto responsável pela pesquisa.

  2. A data de divulgação e o período das entrevistas.

  3. Os percentuais de cada candidato.

  4. A indicação de votos totais ou votos válidos.

  5. O tamanho da amostra e a margem de erro declarada.

  6. O número de registro no TSE.

  7. A evolução em relação à pesquisa anterior do mesmo instituto.

  8. A média dos levantamentos comparáveis, com metodologia transparente.

Também é importante evitar a contagem duplicada de pesquisas e não tratar a média como se fosse uma pesquisa independente realizada diretamente com eleitores.

Conclusão

As pesquisas divulgadas em 21 de outubro mostram diferenças entre os institutos e destacam a importância de analisar mais de um levantamento. A média de diferentes pesquisas pode ajudar a resumir o cenário, mas não elimina as incertezas nem determina antecipadamente o resultado das urnas.

Para interpretar corretamente os números, é necessário observar a data da coleta, a metodologia, a margem de erro e a base de cálculo utilizada por cada instituto.

A eleição está marcada, segundo a reportagem, para domingo, 25 de outubro de 2026. O resultado oficial será definido pela apuração dos votos válidos, e não pelas médias das pesquisas.

Nota editorial: os percentuais individuais deste artigo foram transcritos da reportagem fornecida. As médias dos agregadores foram consultadas separadamente e correspondem às atualizações indicadas nas respectivas fontes. Os números devem ser atualizados conforme novos levantamentos forem publicados.

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