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Selic em 13,75%: onde investir R$ 1.000? Veja quanto rendem a poupança, CDB, LCI e Tesouro Selic


O Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 13,75% ao ano. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), anunciada na quarta-feira (4 de novembro de 2026), interrompeu uma sequência de cinco reduções consecutivas dos juros.

Com a Selic nesse patamar, os investimentos de renda fixa voltam a ganhar destaque. Mas será que deixar dinheiro na poupança ainda vale a pena? Quanto rendem R$ 1.000 em um CDB, LCI ou Tesouro Selic?

Fizemos uma simulação para mostrar qual dessas aplicações oferece o melhor retorno em um período de 12 meses.

Por que o Banco Central manteve os juros em 13,75%?

A decisão do Copom foi influenciada por um cenário econômico que exige cautela.

Entre os fatores considerados estão:

  • Inflação ainda pressionada e expectativas acima da meta.

  • Incertezas no cenário econômico internacional.

  • Conflitos no Oriente Médio e possíveis impactos no preço do petróleo.

  • Desvalorização cambial e preocupações com o comportamento do dólar.

  • Necessidade de manter a política monetária restritiva para controlar os preços.

A Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando os juros sobem ou permanecem elevados, o crédito fica mais caro, o consumo tende a desacelerar e os investimentos de renda fixa passam a oferecer remunerações maiores.

Quanto rendem R$ 1.000 em cada investimento?

Para comparar as aplicações, consideramos os seguintes parâmetros:

  • Selic: 13,75% ao ano.

  • CDI: 13,65% ao ano.

  • CDB: 100% do CDI.

  • LCI: 90% do CDI, isenta de Imposto de Renda.

  • Tesouro Selic: título com remuneração próxima da Selic, considerando a taxa adicional do título utilizado na simulação.

  • Poupança: rendimento de 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR).

Comparação: investimento de R$ 1.000 durante 12 meses

InvestimentoSaldo após 12 mesesLucro líquido
PoupançaR$ 1.082,50R$ 82,50
CDB 100% CDIR$ 1.111,66R$ 111,66
Tesouro SelicR$ 1.112,09R$ 112,09
LCI 90% CDIR$ 1.121,03R$ 121,03

Simulação baseada nas referências de mercado de 5 de novembro de 2026, com valores líquidos estimados de impostos e taxas. Os resultados podem variar conforme o título, a instituição financeira e as condições contratadas.

Qual investimento rende mais?

1. Poupança

A poupança apresenta o menor rendimento entre as quatro opções analisadas.

Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a regra de remuneração da poupança é de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).

Uma vantagem é que os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física.

Entretanto, a rentabilidade costuma ficar abaixo de outras aplicações de renda fixa.

2. CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um investimento oferecido pelos bancos.

Um CDB que paga 100% do CDI acompanha de perto a taxa de juros do mercado.

O rendimento está sujeito ao Imposto de Renda, conforme o prazo da aplicação. Para investimentos mantidos por 12 meses, a alíquota é de 17,5% sobre os rendimentos.

É importante verificar a liquidez e a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), observando seus limites e condições.

3. LCI

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é uma aplicação de renda fixa vinculada ao financiamento imobiliário.

Sua principal vantagem é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Por isso, mesmo oferecendo uma porcentagem menor do CDI, pode superar um CDB que paga 100% do CDI.

Na nossa simulação, a LCI pagando 90% do CDI apresentou o maior retorno.

É importante observar que existem prazos mínimos de permanência e condições de liquidez. Na simulação, foi considerado o prazo de 12 meses.

4. Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título público federal cuja rentabilidade acompanha a taxa básica de juros.

É uma alternativa bastante utilizada para formar uma reserva de emergência, devido à sua liquidez e à baixa oscilação de preço em comparação com outros títulos públicos.

A aplicação está sujeita ao Imposto de Renda e às regras de custódia da B3.

Para investimentos de até R$ 10 mil por CPF em Tesouro Selic, existe isenção da taxa de custódia da B3.

Quanto a diferença representa no bolso?

Considerando os R$ 1.000 aplicados durante um ano:

  • Na poupança, o ganho seria de aproximadamente R$ 82,50.

  • No CDB, o ganho seria de R$ 111,66.

  • No Tesouro Selic, o ganho seria de R$ 112,09.

  • Na LCI, o ganho seria de R$ 121,03.

A diferença entre a LCI e a poupança seria de R$ 38,53 em apenas um ano.

Se o valor investido fosse de R$ 10 mil, essa diferença chegaria a aproximadamente R$ 385,30, mantendo as mesmas condições da simulação.

Conclusão: vale a pena deixar dinheiro na poupança?

Com a Selic em 13,75% ao ano, existem alternativas que podem oferecer rendimentos consideravelmente superiores à poupança.

A LCI de 90% do CDI apresentou o melhor resultado nesta comparação, seguida pelo Tesouro Selic e pelo CDB de 100% do CDI.

Entretanto, a escolha não deve considerar apenas a rentabilidade. É importante avaliar a liquidez, o prazo de resgate, os impostos, os riscos e a instituição financeira.

Para quem busca segurança e possibilidade de resgate, o Tesouro Selic pode ser interessante. Já quem pode deixar o dinheiro aplicado por mais tempo pode encontrar boas oportunidades em CDBs e LCIs.

Uma coisa é certa: com os juros elevados, comparar investimentos antes de aplicar pode fazer uma diferença significativa no rendimento do seu dinheiro.


Fontes e referências:

  • Banco Central do Brasil – decisões do Copom e taxa Selic.

  • B3 – informações sobre CDI e investimentos.

  • Tesouro Direto – regras, tributação e taxas.

Referências para conferir os dados:

Observação editorial: os valores são uma simulação baseada nas condições de 5/11/2026, não uma promessa de rentabilidade futura.

10 ações que mais caíram após o segundo turno: quais podem se recuperar?

 


A forte queda da Bolsa brasileira após o segundo turno das eleições de 2026 abriu espaço para uma pergunta importante: será que algumas ações ficaram baratas demais e podem voltar a subir?

O resultado eleitoral provocou uma forte reação dos investidores. Na segunda-feira, 26 de outubro, o Ibovespa despencou 13,88%, em meio à preocupação com a trajetória dos juros, o endividamento público e os efeitos da política econômica sobre as empresas brasileiras.

Os setores de varejo, saúde e construção civil estiveram entre os mais atingidos. Algumas companhias perderam mais de 40% do valor de mercado em poucos pregões.

Mas existe uma diferença importante entre uma ação que simplesmente caiu muito e outra que apresenta fundamentos capazes de sustentar uma recuperação.

Neste artigo, vamos analisar as maiores quedas e explicar como os indicadores P/L, P/VP e dividend yield podem ajudar a identificar oportunidades na Bolsa.

1. As 10 ações que mais perderam valor

O levantamento da Elos Ayta, publicado pelo Money Times em 29 de outubro, identificou 34 ações que atingiram suas mínimas do ano nos dias 26 ou 27 de outubro. Entre elas, 12 apresentaram desvalorização superior a 40% em relação ao fechamento anterior ao segundo turno.

A tabela abaixo reúne dez das quedas mais expressivas divulgadas pela imprensa, utilizando as variações informadas para os respectivos períodos.

PosiçãoEmpresa   CódigoQueda aproximada
1Ecorodovias   ECOR3-60,53%
2Magazine Luiza   MGLU3-58,23%
3Vamos   VAMO3-56,79%
4Hapvida   HAPV3-54,93%
5Grupo SBF   SBFG3-51,41%
6C&A   CEAB3-47,46%
7Cosan   CSAN3-46,73%
8Cyrela   CYRE3-44,81%
9Riachuelo   RIAA3-44,24%
10Assaí   ASAI3-42,97%

Atenção: os percentuais foram divulgados em levantamentos com janelas de comparação diferentes. A classificação é indicativa, não um ranking rigoroso calculado sobre uma única base de preços. Os números também não representam necessariamente as perdas acumuladas até 30 de outubro.

Fontes: Money Times — ações que atingiram a mínima do ano e Folha de S.Paulo — empresas mais afetadas após a eleição.

2. Por que essas ações caíram tanto?

A queda não aconteceu pelo mesmo motivo em todas as empresas.

Magazine Luiza (MGLU3)

A varejista foi uma das empresas mais afetadas pela reação do mercado. O setor depende bastante do crédito e do poder de compra dos consumidores.

Quando os juros permanecem elevados, o financiamento fica mais caro, o consumo pode desacelerar e as empresas enfrentam dificuldades para ampliar suas margens de lucro.

Vamos (VAMO3)

A empresa atua no mercado de locação de caminhões e equipamentos. Negócios com necessidade elevada de capital são particularmente sensíveis ao custo do financiamento.

Juros elevados podem pressionar o resultado financeiro e reduzir a atratividade de investimentos em expansão.

Hapvida (HAPV3)

A operadora de planos de saúde enfrenta desafios próprios do setor, incluindo custos assistenciais e rentabilidade.

Uma queda expressiva no preço não elimina os riscos relacionados à qualidade dos resultados, à geração de caixa e à estrutura financeira da companhia.

Grupo SBF (SBFG3) e C&A (CEAB3)

As duas empresas estão ligadas ao consumo. Uma desaceleração econômica pode afetar as vendas, enquanto o crédito caro pode reduzir a disposição dos consumidores para comprar produtos de maior valor.

Cosan (CSAN3)

O endividamento e o custo financeiro são fatores importantes para analisar a companhia. Quando os juros sobem, empresas que precisam refinanciar dívidas podem sofrer uma pressão adicional.

Cyrela (CYRE3) e Assaí (ASAI3)

A construção civil é sensível ao financiamento imobiliário, enquanto o varejo alimentar depende do equilíbrio entre volume de vendas, custos e margens.

Em todos esses casos, é necessário separar o efeito da reação política do mercado dos problemas operacionais e financeiros que cada empresa já apresentava.

3. Como identificar uma ação com potencial de recuperação?

Três indicadores podem ajudar na análise fundamentalista.

P/L: preço sobre lucro

O indicador P/L relaciona o preço da ação ao lucro por ação da empresa.

Em termos gerais:

  • P/L positivo e relativamente baixo: pode indicar uma ação descontada em relação ao lucro.

  • P/L elevado: pode significar que o mercado espera crescimento dos resultados ou que a ação está cara.

  • P/L negativo: indica prejuízo no período de referência, tornando a comparação tradicional menos útil.

Um P/L baixo não é garantia de valorização. O lucro pode estar em queda ou ser temporário.

P/VP: preço sobre valor patrimonial

O P/VP compara o preço de mercado com o patrimônio líquido por ação.

  • P/VP abaixo de 1: a ação está sendo negociada abaixo do valor patrimonial por ação.

  • P/VP próximo de 1: o preço está próximo do valor patrimonial.

  • P/VP acima de 1: o mercado paga mais do que o valor patrimonial por ação.

Um P/VP abaixo de 1 pode chamar a atenção de investidores que procuram ações descontadas. Entretanto, o patrimônio contábil nem sempre representa o valor econômico que a empresa conseguirá gerar.

DY: dividend yield

O dividend yield representa os dividendos pagos em relação ao preço da ação.

Por exemplo, se uma ação custa R$ 10 e paga R$ 0,50 por ação em dividendos ao longo de 12 meses, o DY é de 5%.

Um DY elevado pode indicar uma oportunidade de renda, mas também pode resultar de uma queda acentuada no preço.

É fundamental verificar se a empresa possui lucro e caixa suficientes para continuar distribuindo dividendos.

O cenário ideal é encontrar uma empresa lucrativa, com preço razoável, endividamento controlado e dividendos sustentáveis.

4. Qual das ações merece uma análise mais detalhada?

Entre as empresas que sofreram fortes quedas, a Ecorodovias (ECOR3) merece atenção para uma avaliação fundamentalista mais aprofundada.

Um levantamento de indicadores publicado pelo site Calculadora.com.br, com cotação de 29 de outubro de 2026 e dados financeiros referentes ao período de 12 meses até junho de 2026, apresentou os seguintes números:

IndicadorECOR3
P/L6,62
P/VP0,88
Dividend yield11,6%
ROE13,3%
Dívida líquida/EBITDA4,12 vezes

Fonte: Calculadora.com.br — indicadores fundamentalistas da Ecorodovias.

Esses números merecem uma interpretação cuidadosa.

Pontos favoráveis:

  • P/L de 6,62, indicando um preço relativamente baixo em relação ao lucro informado.

  • P/VP de 0,88, abaixo do valor patrimonial por ação.

  • Dividend yield de 11,6%, considerando os pagamentos utilizados no cálculo.

Principal ponto de atenção:

A dívida líquida equivalente a 4,12 vezes o EBITDA indica um nível de endividamento que merece investigação. A empresa precisa gerar caixa suficiente para cumprir suas obrigações e financiar suas operações.

Além disso, um dividend yield elevado não significa que a empresa manterá o mesmo nível de distribuição no futuro.

Portanto, a Ecorodovias apresenta uma combinação de indicadores que justifica uma análise mais aprofundada, mas isso não comprova que suas ações voltarão a subir.

Os dados são uma referência publicada em 29 de outubro, não uma garantia de que todos os indicadores continuem iguais na data de leitura.

5. Magazine Luiza: uma ação barata ou uma armadilha de valor?

O Magazine Luiza também merece atenção por apresentar um P/VP bastante inferior a 1 em levantamentos de indicadores anteriores à queda eleitoral.

Entretanto, os números mostram por que não basta olhar para um único indicador.

Um levantamento publicado pelo Indicafin, com cotação de 20 de agosto de 2026, apresentou P/L de 33,97, P/VP de 0,27 e dividend yield de 2,10%.

Fonte: Indicafin — indicadores do Magazine Luiza.

O P/VP baixo pode parecer atraente, mas o P/L relativamente elevado indica que o preço não era necessariamente baixo em relação ao lucro informado.

Além disso, os dados são anteriores à forte desvalorização de outubro e precisam ser atualizados antes de qualquer decisão.

Esse exemplo mostra que uma ação pode estar abaixo do valor patrimonial e, mesmo assim, não ser uma boa oportunidade de investimento.

Para uma análise mais completa, é necessário avaliar o crescimento do lucro, o fluxo de caixa, a dívida, a rentabilidade e a capacidade de recuperação das margens.

6. E a Hapvida? A queda é uma oportunidade?

A Hapvida (HAPV3) também exige cautela.

Um levantamento do Investidor10 consultado durante esta análise apresentava P/L negativo, P/VP de 0,05 e dividend yield de 0%.

Fonte: Investidor10 — indicadores da Hapvida.

O P/VP muito baixo pode despertar interesse, mas o P/L negativo indica que o lucro utilizado no cálculo não era positivo.

Nesse cenário, não é adequado tratar a ação como uma oportunidade de recuperação baseada simultaneamente em P/L positivo, P/VP baixo e DY positivo.

A empresa precisaria demonstrar melhora consistente nos resultados e na geração de caixa para sustentar uma tese de recuperação fundamentada.

7. Quais ações podem voltar a subir?

A recuperação depende de fatores que vão além da queda no preço.

Para selecionar candidatas, eu utilizaria os seguintes critérios:

CritérioO que procurar
P/LPositivo e razoável em relação ao histórico e ao setor
P/VPPreferencialmente abaixo de 1, desde que o patrimônio seja de boa qualidade
DYPositivo e sustentado por geração de caixa
ROEPositivo, indicando retorno sobre o patrimônio
EndividamentoCompatível com a capacidade de geração de caixa
LucroEstável ou em recuperação
PerspectivasPossibilidade de melhora operacional nos próximos trimestres

O objetivo não é encontrar simplesmente as ações que mais caíram, mas aquelas cujo preço recuou sem que os fundamentos tenham se deteriorado na mesma proporção.

Uma empresa com lucro consistente, dívida administrável e geração de caixa pode apresentar condições melhores de recuperação do que uma companhia cujo preço caiu porque seu negócio está perdendo rentabilidade.

8. Conclusão: comprar após uma queda forte pode valer a pena?

A queda da Bolsa após o segundo turno criou um ambiente de elevada volatilidade e colocou várias empresas em níveis de preço que merecem ser reavaliados.

Entretanto, não existe garantia de que as ações que mais caíram serão as que mais subirão.

Com os dados apresentados, a Ecorodovias merece uma investigação mais detalhada pela combinação de P/L positivo, P/VP abaixo de 1 e dividend yield elevado. Seu endividamento, porém, é um risco importante.

O Magazine Luiza apresenta um P/VP baixo nos dados consultados, mas precisa ser avaliado com atenção à rentabilidade e à capacidade de gerar lucro. Já a Hapvida não atende, nos indicadores consultados, ao critério de P/L positivo e dividend yield positivo.

A estratégia mais prudente é comparar os indicadores atualizados das dez empresas, verificar os balanços mais recentes e identificar quais continuam lucrativas depois da queda.

O investidor deve lembrar que preços descontados podem oferecer oportunidades, mas também podem refletir problemas reais nas empresas.

Aviso: este artigo tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação individual de compra ou venda de ações. Os indicadores fundamentalistas mudam com os preços e com a divulgação dos resultados financeiros.

MEI: Como conseguir o perdão das dívidas? Veja o passo a passo!

Boa notícia para os Microempreendedores Individuais (MEIs)!

A Lei Complementar nº 238/2026 prevê o perdão de dívidas tributárias federais de MEIs, incluindo débitos abrangidos pela lei, multas, juros e encargos.

A medida está prevista para começar a valer em 1º de janeiro de 2027 e poderá beneficiar milhões de empreendedores.

✅ QUEM PODE TER DIREITO?

MEIs com dívidas tributárias federais constituídas até 13 de outubro de 2026, desde que os débitos atendam aos critérios da legislação. Isso pode incluir dívidas inscritas ou não na Dívida Ativa da União e débitos em parcelamento.

📋 PASSO A PASSO: O QUE FAZER?

1️⃣ Consulte suas dívidas

Acesse o portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), para consultar débitos inscritos na Dívida Ativa da União:

🔗 https://regularize.pgfn.gov.br/

2️⃣ Não precisa fazer pedido de perdão

O benefício está previsto para ser aplicado automaticamente aos débitos que se enquadrem nas regras. Não é necessário pagar intermediários nem contratar alguém para fazer um suposto cadastro.

3️⃣ Continue pagando o DAS-MEI

Essa é uma das etapas mais importantes! Para manter o benefício, será necessário pagar em dia as guias mensais do DAS durante os seis primeiros meses de vigência da medida.

4️⃣ Se você já tem parcelamento, atenção!

Não pare de pagar as parcelas por conta própria. Consulte sua situação e aguarde a confirmação oficial de como os débitos serão tratados.

5️⃣ Se sua dívida está na Justiça, procure orientação

Poderá ser necessário formalizar a desistência da ação judicial relacionada aos débitos abrangidos, conforme as condições legais.

⚠️ ATENÇÃO!

❌ Dívidas bancárias, empréstimos e outras obrigações privadas não entram automaticamente nesse perdão tributário.

❌ Valores já pagos não serão devolvidos.

✅ O ideal é manter suas obrigações atuais em dia e acompanhar as orientações oficiais da Receita Federal e da PGFN.

📲 Compartilhe esta informação com outros MEIs! Ela pode ajudar muitos empreendedores a entender seus direitos e organizar a vida financeira do negócio.

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