domingo, 18 de junho de 2017

Bens que não podem ser Penhorados por causa de Dívidas



Se você estiver endividado e tiver bens no seu nome, o juiz pode mandar fazer penhora para pagamentos das dívidas. 

Porém alguns bens não podem ser penhorados, um exemplo é dinheiro depositado em conta poupança. É que por lei, recursos depositados em contas de caderneta de poupança são impenhoráveis até o limite correspondente a 40 salários mínimos, o equivalente a R$ 37.480 reais, conforme artigo 833 do Novo Código de Processo Civil.

A norma não se aplica de forma inquestionável apenas em caso de dívidas por falta de pagamento de pensões alimentícias. 

Lista de bens que não podem ser penhorados
1 – Salários e rendas de qualquer espécie, desde que tenham como objetivo a manutenção do devedor ou de sua família
2 – Único imóvel de família, contanto que a penhora não seja causada por dívidas de condomínio, IPTU, empréstimos em que foi oferecido como garantia, financiamento ou quando o proprietário for fiador em contrato de aluguel
3 – Objetos da residência (eletrodomésticos, móveis, etc.), exceto os mais caros (obras de arte, por exemplo)
4 – Material de trabalho (computador, livros e ferramentas)
5 – Roupas e objetos pessoais
6 – Seguro de vida
7 – Poupança até o limite de 40 salários mínimos

Agora que você já sabe o que não pode ser penhorado, fique mais tranquilo e comece a pensar em algum modo de ganhar dinheiro e limpar o nome na praça, pois a melhor coisa que devemos ter é o nome limpo e bom crédito.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Comprar Imóvel ou Alugar - O que é melhor ?




De 10 anos pra cá, os imóveis no Brasil triplicaram o preço, apartamentos que eram vendidos a 60 mil reais, hoje está valendo 180 mil, e não são apartamentos grande não, área em média 60 metros quadrados. O principal fator que levou ao aumento exagerado do preço dos imóveis foi o financiamento incentivado pelo governo federal por meio de programa como o Minha Casa Minha Vida, os empresários da construção civil aproveitaram o momento e dobraram a lucratividade.

Com este aumento fora dos padrões normais qual seria o melhor investimento, comprar o imóvel ou investir o dinheiro em outras aplicações e continuar pagando aluguel?

O mercado da construção civil já começa a desacelerar e com a crise que tem atingido o Brasil nestes últimos 3 anos está ficando mais difícil a venda, e por isso uma queda no preço de imóveis é eminente. Outro fator a considerar para tomada de decisão é que o preço de aluguel tem caído a cada dia, muitas unidades estão vazias, pode ser que um inicio de uma bolha imobiliária está chegando.

Como aconteceu nos EUA, onde as pessoas financiavam imóveis como investimento e viu os preços despencar, e a bolha estourou causando uma crise internacional, a opção favorável para não perder dinheiro é procurar outro tipo de aplicação. 


Veja por exemplo, comprando um apartamento de 200 mil reais, conseguindo o financiamento pelo banco pelo programa do governo irá pagar 4,5% de juros ao ano, geralmente é preciso dar 20% do valor do imóvel para financiamento, ou seja 40 mil. A dívida fica em torno de 160 mil reais mais 7200 reais de juro ao ano(600 reais ao mês de juro, fora algumas taxas que cobram). Um apartamento neste valor de 200 mil reais, se tiver sorte será de no máximo 70 metros quadrados. Comprando para alugar o lucro será no máximo de 600 reais que não daria nem para pagar a parcela do financiamento, pois a lucratividade de aluguéis não passam de 4,6% do valor do imóvel.

Agora se tiver 100 mil reais em mãos veja opções de investimento que irá proporcionar uma renda que daria para alugar um imóvel bem melhor que o vendido pelo Programa de financiamento e até mesmo sobrar dinheiro.

LCI


O LCI é é um título de renda fixa emitido por um banco e lastreado por empréstimos imobiliários e é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 250 mil. Tem bancos que pagam até 0,9% ao mês, o que daria investindo 100 mil reais um retorno de 900 reais ao mês. Com 900 reais em uma cidade de médio porte é possível alugar ótimos apartamentos e até casas em lugares bem estruturado da cidade.

Ações

Investir em ações já é um risco maior, pois é preciso contar com o mercado e com a sorte para ter um bom lucro. De uma hora para outra é possível dobrar o valor investido, mas também pode perder. Se apostar pelos ganhos com dividendos poderá ter uma lucratividade de 3,5% ao ano e com sorte aumentar bastante o valor investido.

Títulos Públicos

Se preferir investir no governo, com os títulos públicos federais, ou seja, emitidos pelo Tesouro Nacional é possível ter um lucro de 10% ao ano em cupons para NTN-F, um lucratividade ótima, se investir 100 mil, 10 mil estará a disposição no final do ano. Para investir diretamente no Tesouro Direto, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto.

Fundos Imobiliários

O Fundo Imobiliário é um bom investimento, pois além de ter uma bom lucro, 11,12% ao mês, não dar dor de cabeça como aluguel, onde é preciso ficar de olho no imóvel, fazer reforma e ter risco de prejuízo por inadimplência. 

Veja bem investindo um valor bem menor que é preciso para comprar um apartamento, o lucro é bem maior, 100 mil reais por exemplo, renderia 1112 reais por mês.

Quem compra Terra não Erra?

Percebeu que aquele ditado antigo de que quem compra terra não erra, não é tão certeiro como antigamente. Pelas previsões do mercado o investimento em aplicações financeiras, tem dado um resultado muito mais atraente do que investimento em imóveis. O valor dos imóveis precisa voltar ao patamar de antes para tornar mais atrativo, pois o valor atual está fora dos padrões para o Brasil, onde o salário do trabalhador é baixo.

Investindo a metade do valor que é preciso para comprar um imóvel é possível ter o dobro de lucro que um aluguel daria. Por isso é preciso ficar atento ao mercado, procurar um boa corretora e ficar bem no final do ano com ótimos rendimentos.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Concurso Público e Processo Seletivo, qual a diferença?



Trabalhar para o governo seja no âmbito federal, estadual ou municipal é o sonho de muita gente, porém muitas vezes na hora de ingressar nesta carreira é preciso ter muito cuidado pois se não souber diferenciar o tipo de processo que irá participar pode sair decepcionado e o sonho de estabilidade acabar.

Existe dois modos para conseguir vaga no setor público, o Concurso Público e Processo Seletivo, por isso é preciso saber a diferença. É preciso atenção ao edital e conhecer algumas regras que regem cada um dos processos para saber exatamente ao que está concorrendo.

O Concurso Público objetiva o preenchimento de vagas de provimento efetivo após o estágio probatório, enquanto o Processo Seletivo, objetiva preencher eventual, temporária ou provisoriamente vagas que surgirem em necessidades excepcionais e temporárias da Administração.

Resumindo, o processo seletivo é destinado à contratação temporária, em casos onde há excepcional interesse público, já o concurso público tem o objetivo de ocupar um cargo efetivo e após o estágio probatório, o candidato estará investido no cargo público e adquire a estabilidade.

Geralmente o processo seletivo é feito em situações de urgência, enquanto o concurso público é preferido em casos onde há o objetivo de se criar uma estabilidade de funcionários.

Agora que já sabe a diferença, preste atenção ao edital e foque nos estudos. Boa sorte!
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