terça-feira, 1 de novembro de 2016

Fatos que comprovam a Farsa do Livro Evangelho de Barnabé

Será que uma “Bíblia secreta” descoberta em uma operação de contrabando turca contém a verdade real sobre a identidade de Jesus Cristo?

De acordo com um oficial turco, um texto envolto em couro de 1.500 anos, oculto secretamente por 12 anos, poderia ser a versão autêntica do Evangelho de Barnabé.

Blogs muçulmanos estão enlouquecendo com as notícias da descoberta.

De acordo com esta “Bíblia secreta”, Barnabé foi um dos doze apóstolos originais de Jesus. Contudo, no livro de Atos, Lucas apresenta Barnabé como um apóstolo que veio depois dos doze originais, e um colega missionário do apóstolo Paulo. Em suas viagens, Paulo e Barnabé declararam firmemente a morte, ressurreição e domínio de Jesus no primeiro século.

Um Jesus diferente?


Apesar de o documento chamado Evangelho de Barnabé conter a maior parte das mesmas informações contidas nos evangelhos do Novo Testamento, ele difere profundamente com relação à identidade de Jesus Cristo. Essas são algumas das diferenças significativas no Evangelho de Barnabé:

- Nega a divindade de Jesus
- Rejeita a trindade
- Nega a crucificação de Jesus
- Nega Jesus como messias (essa visão não está de acordo com a do Alcorão)

O antigo manuscrito turco diverge dos ensinamentos do Alcorão chamando Maomé de messias em vez de Jesus. Contudo, como no Alcorão, o Evangelho de Barnabé apresenta Jesus como um mero mortal. Nele, Jesus supostamente diz:

“Confesso perante os céus e tenho como testemunha tudo o que habita a terra, que estou alheio àquilo que os homens falam de mim, dizendo que sou mais que um homem. Pois eu sou um homem, nascido de uma mulher e sujeito ao julgamento de Deus, que vive aqui como qualquer outro homem, sujeito aos mesmos tormentos”.

Claramente o Evangelho de Barnabé mostra Jesus negando sua divindade, onde o apóstolo João nitidamente escreve de Jesus como Deus Filho, Criador do mundo:

No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava com Deus no início. Através dele todas as coisas são criadas, sem ele nada pode ser feito. … O Verbo se tornou carne e veio habitar entre nós. Nós vimos sua glória…

Quem é o Jesus real?


Nesta passagem, João declara que realmente viu Jesus. Posteriormente ele nos conta que o tocou, viajou com ele e ouviu seus ensinamentos por três anos. Ele fala de Jesus como um amigo. Mas o autor do Evangelho de Barnabé não faz tais declarações.

Ambos as escrituras também divergem quanto à crucificação de Jesus. O Evangelho de Barnabé apresenta Judas Iscariotes como aquele que morreu na cruz no lugar de Jesus, enquanto que no Novo Testamento, Judas trai Jesus. Ao contrário do ensinamento islâmico de que a morte de Jesus na cruz nunca ocorreu e teria sido desnecessária, toda a mensagem cristã baseia-se na morte de Jesus como o Salvador dos nossos pecados e sua ressurreição como esperança de vida eterna.

Ambas as mensagens não podem ser verdadeiras. Então como sabemos qual Jesus é real?

Apesar de estudiosos usarem vários testes para determinar a confiabilidade de um manuscrito, o mais importante é se este é ou não um relato de uma testemunha ocular. Em um tribunal de júri, uma testemunha ocular é sempre considerada superior ao testemunho de alguém que não presenciou o crime.

Podemos saber se o Evangelho de João ou o Evangelho de Barnabé são relatos de uma testemunha ocular?


Uma das razões de os estudiosos citarem a autoria de João é o fato de os historiadores da igreja primitiva atribuírem-lhe a escritura do evangelho. Mas para ter sido escrito por ele, deve tê-lo sido durante a vida de João. Se houver evidências de o evangelho ter sido escrito após o início do segundo século, quando João já estava morto, este não poderia ter sido escrito por ele.

Da mesma maneira, se o Evangelho de Barnabé foi escrito após a vida de Barnabé, ele não poderia ser um relato de uma testemunha ocular. Contudo, se qualquer dos evangelhos puder ter suas origens rastreadas até primeiro século, a probabilidade de serem confiáveis aumenta muito. Então, o que as evidências mostram? Comecemos pelo Evangelho de Barnabé.

O Evangelho de Barnabé é o relato de uma testemunha ocular?

A “Bíblia secreta” descoberta na Turquia é considerada uma cópia de quinze séculos de idade. Se isso for verdade, ela teria sido escrita de 400 a 500 anos após a morte e ressurreição de Jesus, quando as testemunhas oculares já estavam mortas. Mas, visto que é uma cópia, o original poderia ter sido escrito no início do primeiro século. Para descobrir, precisamos verificar os registros históricos das histórias cristã e muçulmana.

Existem somente dois manuscritos antigos do Evangelho de Barnabé além do descoberto na Turquia: 

- Um manuscrito italiano datado do século XV ou XVI e uma cópia espanhola do mesmo período que foi perdida. O texto recém-descoberto no manuscrito turco está em aramaico. Nenhuma dessas cópias está em grego, a língua de Barnabé e dos apóstolos.

- Duas listas cristãs de trabalhos apócrifos, dos séculos V e VII, mencionam “um Evangelho de Barnabé.” Se estas referem-se ao mesmo evangelho, o texto teria sido escrito cerca de 400 a 500 anos depois de Cristo, ou antes. Mas isso ainda seria várias centenas de anos após o primeiro século.

Os Atos de Barnabé é um trabalho apócrifo do século V dirigido à igreja de Chipre que é por vezes confundido com o Evangelho de Barnabé.

O único livro do primeiro século atribuído ao apóstolo Barnabé é a Epístola de Barnabé, que é uma escritura apócrifa, não incluída no Novo Testamento. Essa carta do primeiro século fala de Jesus como o Senhor crucificado e revivido. Os estudiosos acreditam que foi escrito por Barnabé entre 70 e 90 d. c.

Mas, se Barnabé escreveu sobre Jesus como o Senhor no primeiro século na Epístola de Barnabé, por que teria escrito de Jesus como um mero profeta no Evangelho de Barnabé? Por que escreveria dois relatos contraditórios sobre Jesus?

A Epístola de Barnabé é aceita por estudiosos como um autêntico relato de Jesus do primeiro século, que está de acordo com o Novo Testamento. Contudo, o Evangelho de Barnabé é um livro completamente diferente com uma linha temporal diferente.

As seguintes evidências sugerem que o Evangelho de Barnabé não foi reconhecido como um evangelho do primeiro século pelos muçulmanos ou cristãos antigos:

- Nenhum escritor muçulmano faz referência a ele até o século XV ou XVI.

- Nenhum escritor cristão faz referência a ele desde o século I até o século XV.

- A referência mais antiga a ele é do século XV, mas isso ainda é duvidoso.

- Ele cita fatos históricos que ainda não iriam existir por centenas de anos.

Uma falsificação medieval?


A grande questão que não quer calar é: Por que não teriam os estudiosos muçulmanos escrito sobre o Evangelho de Barnabé, se este existia quando ambos muçulmanos e cristãos debatiam acaloradamente sobre a identidade de Cristo, entre os séculos VII e XV? Não existe nenhuma menção desse trabalho.

Além disso, escritores cristãos (como Irineu) escreveram extensivamente sobre documentos anticristãos, como os evangelhos gnósticos, classificando-os como hereges. Ainda assim, apesar das afirmações do escritor islâmico Rahim, nenhuma das cartas ou documentos de Irineu menciona o Evangelho de Barnabé. Não existe simplesmente nenhuma menção dele por nenhum escritor cristão ou muçulmano antigo.

Talvez a maior indicação de sua data tardia seja que o Evangelho de Barnabé descreve a vida medieval na Europa ocidental, bem como um jubileu de 100 anos, que não foi declarado até o século XIV. Como Barnabé ou qualquer outro escritor do século I poderia saber tais detalhes históricos anos antes deles serem declarados?

O Dr. Norman Geisler conclui: “As evidências de que esse não foi um evangelho do século I, escrito por um discípulo de Cristo, são esmagadoras”.

As evidências não só vão contra ele ter sido escrito por Barnabé no primeiro século, mas alguns estudiosos acreditam também que o evangelho é uma falsificação. Um especialista declara: “na minha opinião a pesquisa acadêmica provou completamente que esse ‘evangelho’ é falso”.

Estudiosos cristãos e seculares não estão sozinhos em seu veredito de que alguém alterou o texto, fazendo-o parecer de forma fraudulenta o trabalho do companheiro de Paulo, Barnabé. Essa opinião também é sustentada por diversos estudiosos muçulmanos. The Concise Encyclopedia of Islam afirma: “com relação ao Evangelho de Barnabé, não há dúvidas que se trata de uma falsificação medieval”.

Porém, como indicado anteriormente, estudiosos muçulmanos também argumentam que a mensagem do Novo Testamento foi “corrompida” pela Igreja, apresentando um Jesus diferente do que viveu na Galileia de 2 mil anos atrás. Isso nos leva à questão de sua confiabilidade. Podemos descobrir o Jesus real através dessas páginas?

O Novo Testamento é confiável?

Teriam os livros do Novo Testamento sido escritos cedo o suficiente para serem relatos de testemunhas oculares? Se sim, devem ter sido escritos durante o primeiro século.

Examinemos as evidências e comparemos as datas do Novo Testamento com o que descobrimos sobre o Evangelho de Barnabé.

A história fornece pistas de três fontes primárias das datas de origem dos 27 livros do Novo Testamento: 

- Testamentos de inimigos da igreja

- Relatos cristãos antigos 

- Cópias de manuscritos antigos 

- Testemunho dos hereges

A primeira pista é uma lista parcial dos livros do Novo Testamento criada pelos inimigos da igreja chamados de hereges. Como párias da igreja, os hereges não precisariam concordar com os líderes da mesma sobre a autoria ou data do Novo Testamento. Ainda assim, dois hereges antigos, Marcião e Valentim, de fato atribuíam as escrituras de vários livros do Novo Testamento e suas passagens aos apóstolos.

Em 140 d.C., o herege Marcião listou 11 dos 27 livros do Novo Testamento como sendo os escritos autênticos dos apóstolos. 

Por volta da mesma época, outro herege, Valentino, faz menção a uma ampla variedade de temas do Novo Testamento e suas passagens.

Isso nos diz que em meados do século II, muitos livros do Novo Testamento já circulavam há algum tempo. Mesmo “párias” hereges aceitavam essas narrativas do Novo Testamento como relatos do testemunho dos apóstolos.

Relatos cristãos antigos

Nossa segunda pista é o vasto número de cartas, sermões, comentários e crenças cristãs antigas que fazem referência a Jesus como o Senhor revivido. Eles aparecem a partir de cinco anos após sua crucificação. Apesar de muitas escrituras terem sido queimadas sob o edito do imperador romano Diocleciano, milhares sobreviveram.

O número de tais documentos é impressionante, mais de 36 mil escrituras completas ou parciais foram descobertas, algumas até mesmo do primeiro século. Suas palavras poderiam praticamente reproduzir todo o Novo Testamento, com a exceção de poucos versos.

Como isso se compara com o Evangelho de Barnabé? Já notamos que existem apenas duas citações deste que são anteriores ao século XV, e há dúvidas de que essas referências sejam sobre o “Evangelho de Barnabé” em questão.

As escrituras mais antigas, fora do Novo Testamento, eram de homens que conheciam e seguiam Paulo, Pedro, João e os outros apóstolos. Esses líderes da igreja antiga não eram testemunhas oculares de Jesus, mas souberam dele através daqueles que realmente o viram e ouviram. De maneira significativa, suas escrituras confirmam muitos detalhes do Novo Testamento sobre Jesus, incluindo sua crucificação e ressurreição.

As mais importantes escrituras antigas, fora do Novo Testamento, são de Clemente Romano, Inácio de Antioquia e Policarpo de Esmirna.

Em 96 d. c., Clemente Romano escreveu uma longa carta para a igreja de Corinto na qual citou Mateus, João e 1 Coríntios. Alguns acreditam que ele é o Clemente mencionado por Paulo em Filipenses 4:3. Visto que a carta de Clemente foi escrita em 96 d.C., esses três livros devem ter sido escritos antes disso.

Em cerca de 110 d.C., Inácio de Antioquia, um discípulo do apóstolo João, escreveu seis cartas a igrejas e uma a um colega bispo, Policarpo, nas quais faz referências a seis das cartas de Paulo.

Policarpo de Esmirna, outro discípulo do apóstolo João, faz referência a todos os 27 livros do Novo Testamento em sua carta à igreja filipense (110 a 135 d.C.). Portanto, os evangelhos devem ter existido durante o primeiro século enquanto algumas testemunhas (incluindo João) ainda estavam vivas.

Não vemos tal referência antiga à existência do Evangelho de Barnabé.

Cópias de manuscritos antigos

Nossa terceira pista é a abundância de manuscritos antigos do Novo Testamento que ajudaram os estudiosos a determinar a data aproximada de sua composição original.

Arqueólogos descobriram mais de 5.600 cópias de manuscritos do Novo Testamento no idioma grego original, alguns livros completos e alguns fragmentos. Contando outros idiomas, existem mais de 24 mil.

Claramente, 5.600 contra três é uma vantagem numérica enorme de manuscritos para o Novo Testamento. Além disso – e comparando-se ao período tardio do Evangelho de Barnabé – arqueólogos descobriram fragmentos do Novo Testamento que datam de uma a duas gerações depois de Cristo.

No início do século XX, um fragmento do Evangelho de João foi descoberto no Egito (especificamente P52: João 18:31-33) datando de 117 a 138 d.C. O renomado estudioso bíblico Bruce Metzger comentou a significância desta notável descoberta:

Assim como Robinson Crusoé viu nada mais que uma única pegada na areia, e concluiu que um ser humano de dois pés estava presente na ilha com ele, o P52 [o título do fragmento] prova também a existência e o uso do Quarto Evangelho durante a primeira metade do século II… ”

A descoberta deste fragmento significa que uma geração depois de João ter escrito seu evangelho, uma cópia havia migrado da Ásia menor até o Egito.

Existem muitos outros manuscritos antigos datados da metade do século II até os séculos IV e V. Livros completos do Novo Testamento datam de 200 a 1500 d.C., e estão preservados em vários museus (Papiros de Bodmer).

Um fragmento de papiro ainda mais antigo dos Manuscritos do Mar Morto (7Q5) foi identificado por um paleógrafo como uma parte do Evangelho de Marcos datando de cerca de 50 d.C., significativamente antes do fragmento P52 de João.

O professor do Novo Testamento, Daniel B. Wallace, que estudou o fragmento dos Manuscritos do Mar Morto, concorda que este é do primeiro século.
 Apesar de haver discussões sobre este fragmento, as evidências coletivas de outros manuscritos apoiam fortemente um Novo Testamento escrito no primeiro século.

Consenso dos estudiosos
Antes dessas descobertas, importantes estudiosos alemães do final do século XIX e início do século XX argumentavam que o Novo Testamento havia sido escrito por autores desconhecidos no século II. Porém essa nova evidência revela que os livros foram todos escritos no primeiro século. O historiador Paul Johnson escreve:

A noção do fim do século XIX e início do século XX de que o Novo Testamento era uma coleção de registros tardios e altamente imaginativos, não pode mais ser seriamente mantida. Ninguém duvida agora que as epístolas de São Paulo – os registros cristãos mais antigos – são autênticas ou datam-nas depois da década de 50 d.C.

O arqueólogo William Albright concluiu que todo o Novo Testamento foi escrito “muito provavelmente em algum momento entre 50 e 75 d.C.”.

O estudioso de Cambridge John A. T. Robinson afirma datas ainda mais antigas. Ele acredita que a maior parte do Novo Testamento foi escrita entre 40 e 65 d.C. Robinson baseia sua conclusão primariamente no fato de todos os livros do Novo Testamento não mencionarem a destruição de Jerusalém. Um evento chave como esse com certeza seria mencionado por eles caso tivesse ocorrido antes de serem escritos.

Outras evidências de uma data anterior são as mortes de Pedro e Paulo em 66 d.C., que não são mencionadas em nenhum livro. Há uma quantidade incrível de detalhes sobre suas vidas no Novo Testamento, por que não de suas mortes? Isso convence muitos estudiosos de que tais mortes não haviam ocorrido na época em que os textos foram escritos.

O consenso da maioria dos estudiosos hoje é que as cartas de Paulo começaram no início da década de 50 e os evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos e Lucas) foram escritos de início a meados da década de 60. As estimativas sobre os outros livros variam de 40 a 95 d.C., mas o consenso é que todas as escrituras do Novo Testamento foram compostas no primeiro século.

Essas conclusões significam que os relatos do Novo Testamento sobre Jesus foram escritos de sete a 30 anos após sua morte, quando milhares de testemunhas estariam vivas para negar tais fatos se eles estivessem errados. Apesar disso, não existem contestações dos relatos dessas testemunhas.

As evidências de confiabilidade do Novo Testamento excedem todas as outras da história antiga. John A. T. Robinson escreve: “a riqueza dos manuscritos e sobretudo o breve intervalo entre sua escritura e as cópias mais antigas existentes, tornam-no certamente o texto mais aceito dentre todas as escrituras antigas do mundo”.

De fato, o Novo Testamento possui muito mais manuscritos com datas muito mais antigas que o Evangelho de Barnabé, como se vê no quadro abaixo.

Compare o Novo Testamento e o Evangelho de Barnabé


TESTES DE CONFIABILIDADE
- Data do original

40 a 95 d. c. - 
NOVO TESTAMENTO 

400 a 1500 d. c. - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Cópias verificadas mais antigas


117 a 138 d. c. - 
NOVO TESTAMENTO 

400 a 1500 d. c. - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Intervalo desde o original


22 a 98 anos - 
NOVO TESTAMENTO 

Indeterminado - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Anos depois de Cristo


7-30 - 
NOVO TESTAMENTO 

370-1,470 - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Número de manuscritos no idioma original

5,600+ - 
NOVO TESTAMENTO 

Nenhum - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Número de manuscritos em todos os idiomas


24,000+ - 
NOVO TESTAMENTO 

3 - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

- Citações em outros documentos históricos

36,000+ - 
NOVO TESTAMENTO 

2 - 
EVANGELHO DE BARNABÉ 

Conclusão

Enquanto a “Bíblia secreta” chamada de Evangelho de Barnabé foi escrita de 400 a 1500 anos depois de Cristo, a maioria dos estudiosos acredita que os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas foram escritos no primeiro século, uma geração depois de Cristo.

Ao ler o Novo Testamento, é evidente que os escritores tentaram registrar verdadeiramente a vida, palavras e eventos relacionados a Jesus. Lucas, autor do Evangelho de Lucas e do livro dos atos, coloca desta maneira:

Muitas pessoas puseram-se a escrever relatos sobre os eventos realizados entre nós. Eles usaram relatos de testemunhas que circulam entre nós pelos primeiros discípulos. Tendo investigado tudo detalhadamente desde o início, I também decidir escrever um relato detalhado para você, nobre Teófilo, para que possa ter certeza da verdade de tudo o que lhe foi ensinado.

As antigas escrituras do Novo Testamento sugerem fortemente que podemos saber o que Jesus ensinou e como ele realmente era, através das palavras dos que o conheceram, suas testemunhas. Uma testemunha, o apóstolo Pedro, escreveu:

Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; Nós vimos seu esplendor majestoso com nossos próprios olhos.

Pedro e as outras testemunhas proclamaram audaciosamente “Jesus como Senhor” sob o risco de perderem suas vidas. Talvez o legado de seu compromisso inabalável seja a evidência mais convincente de todas que o Novo Testamento, e não o Evangelho de Barnabé, apresenta o Jesus real.

Fonte: Este artigo é um suplemento da revista Y-Jesus pela Bright Media Foundation & B&L Publications: Larry Chapman, Editor Chefe. Para outros artigos que abordam as evidências sobre Jesus Cristo, veja www.y-jesus.com.

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